Se a eleição para a presidência da Câmara de Nobres fosse hoje, eu diria, sem medo de errar, que o vereador Dr. Emerson entraria como favorito e sairia eleito.
Depois que o nome do parlamentar começou a ganhar força nos bastidores e foi ventilado pela imprensa nos últimos dias, resolvi fazer o dever de casa: ouvir quem realmente acompanha de perto o tabuleiro político. As respostas vieram praticamente na mesma direção. Segundo fontes consideradas confiáveis, neste momento Dr. Emerson reúne a maioria dos votos necessários para assumir o comando do Legislativo.
O curioso é que, embora os vereadores da base governista sigam unidos quando o assunto é votar os projetos de interesse da Prefeitura, o mesmo não acontece quando o assunto é a presidência da Câmara. Nos bastidores, o consenso ainda parece distante, praticamente impossível.
E tem mais. As informações que chegaram à coluna dão conta de que essa chapa do Dr. Emerson já estaria praticamente fechada. O detalhe é que quatro integrantes da base teriam imposto uma condição considerada inegociável: dois vereadores do próprio grupo governista precisariam ficar de fora da composição.
É claro que, até o dia da eleição, alianças podem mudar e votos podem migrar. Mas, neste momento, quem quiser derrotar Dr. Emerson terá primeiro que calçar a sandália da humildade, esquecer o ego encontrar os votos que hoje parecem estar do outro lado.