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GCCO deflragra operação para prender grupo que lavava dinheiro para facção

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou hoje (27) a Operação Fair Play, para cumprir 19 mandados judiciais, entre prisões, buscas e apreensões, contra um grupo criminoso acusado de lavar dinheiro da facção Comando Vermelho, oriundo do tráfico de drogas, em Cuiabá, usando para tal objetivo a aquisição de um imóvel no litoral sul do País.

A investigação contou com a cooperação da Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Itapema, que identificou a localização do imóvel adquirido pelos criminosos.

Os mandados, decretados pelo juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, do Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá, são cumpridos na Capital mato-grossense e também em Itapema.

A decisão judicial inclui ainda o sequestro de 4 veículos e de um apartamento localizado no litoral catarinense, bloqueios de contas bancárias e a suspensão de atividade econômica de duas empresas abertas em nomes dos investigados.

Lavagem de dinheiro

A operação de hoje (27) é um desdobramento da Operação Apito Final, deflagrada pela GCCO em abril deste ano, contra Paulo Witer Faria Paelo, 38 anos, apontado como tesoureiro da facção criminosa Comando Vermelho, também o principal investigado na Fair Play.

Além de Paulo Witer, outros alvos da Apito Final também são investigados pela GCCO na operação atual, entre eles um advogado que teria continuado a atuar como “laranja” do líder criminoso.

Também entre os alvos da Fair Play está um ex-assessor da Câmara de Vereadores de Cuiabá, investigado anteriormente em outra operação contra o crime organizado em Mato Grosso. Segundo a Polícia Civil, E.J.X.P., de 40 anos, tem extensa ficha criminal. Ele respondeu a inquérito pela GCCO por delitos relacionados a instituições bancárias e em outros estados do País.

Agora, E.J.X.P. é apontado como a pessoa que teria adquirido como “laranja” o apartamento em Itapema (SC), em outubro de 2023, para o investigado Paulo Witer, que teria usufruido do imóvel em diversas viagens ao litoral catarinense, acompanhado de comparsas.

A investigação apurou ainda que o apartamento, em um condomínio de classe média, teria sido comprado com recursos provenientes do tráfico de drogas e para lavar dinheiro do Comando Vermelho.

Ainda conforme a Polícia Civil, para pagar o imóvel, os investigados teriam usado uma tática conhecida como “smurfing”, que consiste em fracionar pagamentos bancários em valores menores a fim de despistar a fiscalização do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).

O advogado J.C.D.S., 35 anos, foi apontado como a pessoa designada pelo tesoureiro da facção criminosa Comando Vermelho para olhar o imóvel, verificar a documentação e autorizar a compra do apartamento.

Renorcrim

A Operação Fair Play faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

O cumprimento dos mandados hoje (27) conta com apoio operacional das unidades da Diretoria de Atividades Especiais, da Polícia Civil de Mato Grosso e da Polícia Civil de Santa Catarina, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais e Delegacia de Itapema.

(Com Assessoria)

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