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Maxi Russi defende autonomia da ALMT e diz que judicialização por parte do governo é legítima

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, comentou a polêmica em torno da derrubada do veto do governador Mauro Mendes ao projeto que regulamenta a venda de itens essenciais em unidades prisionais do Estado.

A declaração do governador, que acusou 13 parlamentares de votarem “pra defender mercadinho pra bandido”, repercutiu negativamente entre os deputados. Questionado sobre o possível recurso do Executivo à Justiça, Russi foi enfático:
“É direito dele. Ele entendeu que isso é possível. É o direito dele, e a Justiça vai decidir.”

O parlamentar também reforçou a importância do respeito entre os Poderes e destacou o caráter democrático da decisão tomada pela Casa de Leis:
“A Assembleia, por maioria, tomou uma decisão. Ele [o governador] não concorda e vai procurar a Justiça. Isso é parte da democracia. Precisamos conviver com críticas e entender que, na política, ora se ganha, ora se perde.”

Russi ainda esclareceu que a medida não autoriza a venda de produtos supérfluos, mas sim de itens básicos de higiene pessoal, como sabonete e creme dental.
“Não estamos falando de liberar sorvete ou Nutella. São produtos necessários à higiene diária. Nada que incentive regalias, mas sim condições mínimas de dignidade.”

Segundo ele, a proposta não busca privilegiar detentos, mas sim garantir respeito aos direitos humanos no processo de ressocialização.
“Independente do crime cometido, são seres humanos. O objetivo não é segregar, e sim recuperar.”

O presidente da ALMT concluiu reforçando a legitimidade do ato legislativo:
“Foi uma decisão da maioria do parlamento. O veto foi derrubado dentro do processo legal, e isso deve ser respeitado.”

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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