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12 livros incríveis para conhecer no Dia do Orgulho LGBTQIA+

Uma data de luta, de batalha e também de celebração, o dia 28 de junho é especial por que celebra o Dia do Orgulho LGBTQIA+. Ainda que membros da comunidade ainda lutem para ter respeito e dignidade garantidos e a data seja uma representação de força, o Dia do Orgulho também é um momento de celebrar histórias.

Pensando nisso, o Metrópoles preparou uma lista especial com 12 livros com temáticas LGBTQIA+ para conhecer nesta data. Os escolhidos representam a diversidade de histórias e também contam com temáticas diversas no universo da ficção.

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Confira a lista de livros para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+:

1. Nossa Grande Chance, de Felipe Cabral (Ed. Verus)

Às vésperas dos 40 anos, Patrick acaba de receber a pior notícia dos últimos tempos: a série da qual é roteirista foi cancelada por ser considerada “ousada demais” apenas pelo protagonismo gay.

Frustrado, sem dinheiro e perdido nas próprias escolhas, ele se lança em encontros casuais por aplicativo, onde conhece Junior, de 23 anos, com quem passa uma noite que começa incrível, mas termina de forma um tanto quanto constrangedora. A obra então acompanha os surpreendentes rumos do desencontro e reencontro dos personagens.

Nossa Grande Chance, de Felipe Cabral

2. O Mundo que Habita em Mim, de Luca Guadagnini (Ed. Seguinte)

Igor sempre quis ser ator e esse sonho parece cada vez mais próximo. O Festival de Artes Universitárias pode abrir muitas portas, e a melhor amiga dele (por quem ele talvez esteja apaixonado) tem um roteiro maravilhoso na gaveta. Ele gosta de dizer que é feito de arte, e através dela pretende mostrar ao mundo quem realmente é.

O rapaz sempre teve certeza de que era bissexual, mas, por medo do mundo, das expectativas alheias e da própria liberdade, achava mais fácil ignorar a atração por meninos. Porém, enquanto lida com o luto pela avó, se prepara para o festival, curte os últimos momentos da vida universitária e ainda sonha com o garoto que encontrou em um ônibus, essa realidade fica cada vez mais difícil de esconder.

O Mundo que Habita em Mim, de Luca Guadagnini

3. Um Traço até Você, de Olívia Pilar (Intrínseca)

Uma garota negra de classe média alta e aluna de uma das melhores universidades do país, Lina tem quase tudo na vida. No entanto, precisa lidar com a falta de apoio dos pais para seguir os próprios sonhos. Ao começar um novo estágio, ela começa a ter dúvidas sobre si mesma. Mas tudo muda quando conhece Elza.

A estudante do curso de Letras a faz perceber que o mundo a enxerga de uma forma que ela não imaginava. Juntas, as duas constroem uma relação delicada e poderosa, enquanto enfrentam os desafios e inseguranças do início da vida adulta e descobrem quem são e quem desejam ser.

Um traço até você, de Olívia Pilar

4. Oremos, de Jenna Voris (Ed. Plataforma21)

Riley nunca superou a melhor amiga Julia, filha do pastor e o amor da vida dela. De volta ao acampamento da igreja, onde a bissexualidade dela nunca foi aceita, a protagonista planeja cometer os sete pecados capitais como forma de protesto. Mas, entre provocações e olhares cúmplices, o reencontro entre as duas amigas reacende antigos sentimentos.

Oremos, de Jenna Voris

5. Me Chama de Cassandra, de Marcial Gala (Ed. Biblioteca Azul)

Raul tem 10 anos e é um ávido leitor de literatura clássica. Nasceu biologicamente como homem, mas não se identifica desta forma e sabe que é uma mulher no corpo errado. Além disso, como a mitológica Cassandra, princesa de Troia e sacerdotisa de Apolo, Raul é capaz de prever o futuro, mas não encontra no mundo quem lhe ouça.

Me Chame de Cassandra, de Marcial Gala

6. Quinze Dias, de Vitor Martins (Ed. Alt)

Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, o jovem finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: os livros e as séries.

Mas as coisas fogem do controle quando a mãe lhe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos 15 dias, enquanto a família dele viaja. Felipe entra em desespero porque Caio foi a primeira paixãozinha dele na infância (e talvez ainda seja). A obra será adaptada em breve para as telonas.

Quinze Dias, de Vitor Martins

7. Marketing do Amor, de Renato Ritto (Intrínseca)

Na história — contada apenas com e-mails, notícias de jornal, listas de tarefas e até notas fiscais —, Thiago é publicitário na caótica Agência Brilho. Com uma vida amorosa desastrosa, ele coleciona inseguranças. Após se envolver com Vlado, um estrangeiro bonitão, a vida dele vira de ponta-cabeça por que esse cara apaixonante será seu novo chefe.

As coisas pioram ainda mais quando os dois precisam trabalhar juntos para um cliente importante, que será bastante exigente e colocará em xeque a frágil relação que desenvolveram.

Marketing do Amor, de Renato Ritto

8. Sob o Céu de Isaías, de Vitor Kapper (Ed. Patuá)

Isaías Petit, um adolescente morador de uma cidade do interior do Brasil, vive cercado por símbolos religiosos e pela degradação ambiental da região, estudando em um colégio de padres. Em meio a esse contexto, Isaías busca respostas sobre a própria identidade, amadurecendo ao longo do último ano escolar sem deixar de lado a curiosidade e a forma peculiar de ver o mundo.

Sob o Céu de Isaías, de Vítor Kappel

9. Rumores da Cidade, de Lucas Rocha (Ed. Alt)

Morador da pequena e religiosa cidade de Lima Reis, o jovem de 17 anos André sabe que não pode se assumir gay a menos que queira comprometer a reeleição do pai à prefeitura. Porém, uma questão familiar faz com que tio Eduardo, que o garoto nunca conheceu, volte à cidade. Logo fica claro que: o tio é 100% gay e sobreviveu àquela cidade.

Munido de uma nova perspectiva, André percebe que não é provável que ele seja o único gay de Lima Reis. Além disso, o garoto acaba encontrando diversos indícios de que o pai possa estar envolvido em casos de corrupção. Entre manter as aparências e fazer o que é certo, André não terá como fugir de algumas escolhas e precisará enfrentar todos os rumores da cidade para seguir o caminho que acredita.

Rumores na Cidade, de Lucas Rocha

10. Girls Like Girls: Uma História de Amor Entre Garotas, de Hayley Kiyoko (Ed. Intrínseca)

Coley sente que não é a mesma desde a morte da mãe. Forçada a morar no interior do Oregon com o pai que abandonou a família, a garota se vê sozinha em um lugar desconhecido e conservador. Tudo muda quando ela conhece Sonya, uma das mais populares do colégio e que foi treinada desde sempre para alcançar a perfeição. À medida que a amizade e relação das duas se aprofunda, elas serão confrontadas pelos maiores medos e inseguranças.

Girls Like Girls, de Hayley Kiyoko

11. Felix Para Sempre, de Kacen Callender (Editora Nacional)

Embora tenha orgulho de sua identidade, no fundo, Felix receia ser marginalizado por ser negro, queer e transgênero, motivos suficientes para afastá-lo do felizes para sempre. Quando um estudante anônimo expõe fotos antigas de Felix antes da transição e começa a atacá-lo com mensagens transfóbicas, ele cria um plano de vingança contra a única pessoa de quem suspeita.

O que ele jamais conseguiria imaginar é que esse plano o colocará no meio de um quase triângulo amoroso que o fará questionar o que sente sobre as pessoas que o rodeiam.

Felix Para Sempre, de Kacen Callender

12. Eu, Ela e Ele, de Diego Nascimento (Ed. Novo Século)

A obra aborda temas como a descoberta e orientação sexual, saúde mental e dependência química por meio de três personagens: Vítor, Emma e Adam. Eles se veem em meio a descobertas sobre si mesmos e sobre seus relacionamentos, falando sobre bissexualidade e a importância de se aceitar. 

Eu, ela e ele – livro de Diego Nascimento

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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