O ativista conservador Charlie Kirk, de 31 anos, foi brutalmente assassinado a tiros na última quarta-feira (10) durante um evento na Universidade Utah Valley, nos Estados Unidos. O autor dos disparos, segundo as autoridades, é Tyler Robinson, criminoso de 22 anos, que foi preso pouco mais de 30 horas após o crime.
Saiba como foi feita a prisão
De acordo com o governador de Utah, Spencer Cox, Robinson foi detido na noite de quinta-feira (11), depois que um familiar entrou em contato com a polícia afirmando que ele havia confessado ou insinuado a autoria do ataque. O FBI e a polícia local atuaram em conjunto na operação.
Perfil de assassino
Robinson não era aluno da universidade. Ele morava com a família no Condado de Washington e, segundo relatos de parentes, havia se tornado cada vez mais radicalizado politicamente nos últimos anos, fazendo críticas a Charlie Kirk em conversas privadas.
Ao ser preso, foram encontrados junto com o rifle usado no crime cartuchos de munição com frases inscritas em tom de deboche, como: “Ei, fascista! Pegue!”, “Oh bella ciao” e “Se você leu isso, você é gay”. Havia também símbolos e gírias da internet, como OwO (emoticon de surpresa) e LMAO (“Laughing My Ass Off”, ou “rindo muito”).
O crime
Kirk discursava para estudantes quando foi baleado de um prédio a cerca de 180 metros do local. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Fundador da Turning Point USA, Kirk era um dos mais conhecidos ativistas pró-Trump no país e tinha agenda de palestras em diversas universidades neste semestre.
Repercussão
A morte de Kirk provocou grande repercussão política nos EUA. O ex-presidente Donald Trump disse que vai lutar para que Robinson receba a pena de morte. “Nós o pegamos. Ele deve pagar pelo que fez”, afirmou.
O caso segue sob investigação do FBI e das autoridades locais para apurar se Robinson agiu sozinho ou teve apoio de terceiros.