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Operação da PF intensifica investigações sobre morte de indígena em MS

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (26), a Operação Teko Porã, para intensificar as investigações que apuram o homicídio do indígena Vicente Kaiowá e Guarani, ocorrido em 16 de novembro, nas proximidades da aldeia Pyelito Kue, região rural do município de Iguatemi.

Força Nacional esteve no local de conflito (Foto: Reprodução/Evelyn Mendonça)

Conforme publicado pela PF, a ação teve por objetivo esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar todos os possíveis responsáveis pela violência registrada naquela madrugada, ocasião em que o grupo indígena relatou ter sido atacado por pessoas ainda não identificadas.

  1. Indígena é morto e 8 ficam feridos após ataque armado em Iguatemi

“Desde o início, a investigação permanece sob prioridade institucional, diante da gravidade do ocorrido e do impacto social gerado na comunidade”, disse a Polícia Federal em nota.

No cumprimento das ordens judiciais expedidas pela Justiça Federal, foi executado um mandado de busca e apreensão em endereço relacionado aos investigados. Durante a diligência, foram apreendidos seis dispositivos eletrônicos, que serão encaminhados para perícia.

Paralelamente, uma equipe especializada da Polícia Federal realizou nova perícia em local de crime na região onde o corpo foi encontrado, empregando recursos tecnológicos para examinar vestígios e coletar elementos complementares que possam comprovar a trajetória dos atiradores, posicionamento das vítimas e circunstâncias do confronto.

Conflito e mortes na região

Na madrugada do dia 16 de novembro, o indígena Vicente Kaiowá e Guarani foi morto na Terra Indígena Iguatemipeguá I, em Iguatemi. Vídeos feitos por moradores mostram que ele foi atingido na cabeça por disparo de arma de fogo.

Segundo a Funai de Ponta Porã, cerca de 20 homens armados vindos de uma fazenda atacaram a comunidade, disparando contra famílias e barracos por um longo período.

O grupo indígena Kaiowá e Guarani havia retomado, no início de outubro, parte da Fazenda Cachoeira, área localizada dentro da TI Iguatemipeguá I e próxima à aldeia Pyelito Kue.

Desde 2015, eles ocupam também 100 hectares da Fazenda Cambará, dentro da mesma terra indígena, que foi delimitada oficialmente em 2013 e possui 41,5 mil hectares.

No dia seguinte, a Polícia Federal de Naviraí informou que investigaria a morte de um indígena da aldeia Pyelito Kue.

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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