A ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado (3/01), provocou reação imediata de líderes internacionais. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou os ataques e afirmou que o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa teriam sido capturados.
Miguel Díaz e Gustavo Petro se pronunciam
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou a ação como um “ataque criminoso” e pediu uma reação urgente da comunidade internacional contra os Estados Unidos. Já o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou acompanhar a situação com “profunda preocupação”, destacando os riscos de agravamento do conflito na região.
Vladimir Putin condena os ataques
A Rússia também condenou a ofensiva. O governo de Vladimir Putin afirmou que não havia justificativa para a ação militar e criticou o que chamou de prevalência da “hostilidade ideológica” em detrimento do diálogo diplomático.
Reunião de emergência
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está no Rio de Janeiro, convocou uma reunião de emergência com o Itamaraty para avaliar o cenário. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se manifestou nas redes sociais e afirmou que o Ministério da Saúde e o SUS em Roraima já sentem os impactos da crise. Especialistas apontam que o conflito pode provocar um aumento no fluxo de imigrantes venezuelanos em direção ao Brasil.
“Nós do Ministério da Saúde sempre queremos e trabalhamos pela PAZ. Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio. Guerra mata civis, destrói serviços de saúde, impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde. O Ministério da Saúde e o SUS Roraima já absorvem impactos da situação da Venezuela.”, anunciou o ministro no X.
*Com informações de Rádio Itatiaia
*Sob supervisão de Daniel Costa