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Ary Borges relembra época como gandula de Arthur Elias e projeta parceria na Copa do Mundo de 2027 » Esportes & Notícias

A meio-campista Ary Borges concedeu entrevista coletiva no CT Manoel Dresch na tarde desta terça-feira (07), em Cuiabá, e destacou o momento de preparação da Seleção Brasileira Feminina para a disputa do FIFA Series 2026, além da relação próxima com o técnico Arthur Elias e sua trajetória até se firmar no grupo.

Aos 26 anos, a jogadora do Angel City FC vive um dos momentos mais consistentes com a camisa da Seleção e ressaltou o ambiente de confiança criado na equipe durante a semana de treinamentos. Segundo ela, o grupo tem conseguido assimilar bem as ideias da comissão técnica, fator que considera essencial para o desempenho em campo.

“Em cada convocação a gente tenta reforçar as ideias do Arthur. Acho que o mais importante é todo mundo entender exatamente o que ele pede, o modelo de jogo, a intensidade e a forma como ele quer que a equipe se comporte dentro de campo. Quando isso acontece, as coisas fluem de maneira mais natural no jogo, e a confiança aumenta. A gente tem um grupo muito unido, que acolhe quem está chegando, e isso faz muita diferença nesse processo”, afirmou.

Ary também falou sobre a relação com Arthur Elias, construída desde as categorias de base, quando teve contato com o trabalho do treinador no Centro Olímpico. A meio-campista destacou a admiração antiga pelo estilo do técnico e a importância desse reencontro na Seleção.

“Eu cresci em um ambiente que era gerido por ele. Naquela época, ele já era uma referência para a gente, não só pelos resultados, mas pela forma como os times dele jogavam. Eu lembro que a gente fazia questão de acompanhar os jogos, queria estar perto, aprender. Hoje, poder trabalhar novamente com ele na Seleção Brasileira é muito especial, porque existe um entendimento, uma confiança no trabalho, e isso facilita muito dentro de campo”, disse.

Natural do Maranhão, Ary Borges também enfatizou a importância de levar a Seleção para diferentes regiões do país, como forma de inspirar novas atletas e ampliar o alcance do futebol feminino. Para ela, essa aproximação tem um impacto direto na formação de futuras jogadoras.

“É muito importante trazer a Seleção para lugares onde, muitas vezes, as meninas não se veem representadas. Eu venho de São Luís, do Maranhão, e sei como é sonhar de longe, sem tantas referências ou oportunidades. Quando a gente chega nesses lugares, a gente mostra que é possível, que elas podem estar aqui um dia. Esse é um legado muito importante, fazer com que essas meninas acreditem e se sintam parte disso tudo”, destacou.

Vivendo a experiência internacional nos Estados Unidos, Ary afirmou que também busca contribuir com o grupo compartilhando informações sobre adversárias que conhece do futebol global, algo que pode ser um diferencial na preparação para os jogos.

“Como eu jogo fora, acabo enfrentando ou acompanhando atletas de várias seleções. Aqui mesmo, vamos jogar contra equipes que têm jogadoras que eu conheço, então consigo passar algumas informações, detalhes de comportamento dentro de campo, características individuais. Isso ajuda bastante na preparação e dá mais segurança para quem vai enfrentá-las”, explicou.

Por fim, a meio-campista reforçou o foco da equipe na construção de uma identidade forte e competitiva durante o FIFA Series, competição que será disputada entre os dias 11 e 18 de abril, na Arena Pantanal, com confrontos diante de Coreia do Sul e Zâmbia.

“A gente sabe da responsabilidade que é vestir a camisa da Seleção Brasileira. Estamos em um momento importante de preparação, olhando para frente, para grandes competições. Então, esse torneio é uma oportunidade de crescimento, de evolução coletiva. Queremos jogar bem, competir em alto nível e, acima de tudo, criar uma cultura vencedora dentro da Seleção”, concluiu.

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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