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Soldado envolvida em morte registrada por câmera no corpo é promovida

A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, que atirou e matou uma moradora da Zona Leste de São Paulo após uma discussão, há duas semanas, foi promovida de estagiária para soldado, mesmo após ter sido afastada da corporação após a repercussão do caso. A efetivação foi publicada no Diário Oficial paulistano nesta sexta-feira (17).

No dia 3 deste mês, Yasmin e o colega soldado Weden Silva Soares realizavam rondas na Zona Leste quando a viatura policial esbarra no braço do marido de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos. Após um suposto desentendimento, a soldado desce do carro e mata a mulher com um tiro no tórax.

Soldado Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, estava na patrulha havia cerca de 3 meses. - Foto: TV Globo
Soldado Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, estava na patrulha havia cerca de 3 meses. – Foto: TV Globo

O vídeo da farda do soldado foi divulgado com exclusividade pelo programa SPTV, da Globo. Nas imagens, é possível ver o momento em que o soldado Weden dirige a viatura, enquanto a soldado Yasmin segue no banco do passageiro, sem utilizar o equipamento de vídeo por ser recém-formada na corporação e estar no patrulhamento havia cerca de três meses.

Às 2h58, eles entram na Rua Edimundo Audran. Pouco depois, o retrovisor da viatura bate no braço do marido de Thawanna. O soldado Weden para o veículo, dá ré e diz: “A rua é lugar para você estar andando, ca*****?”.

Em seguida, Luciano fala: “Ô, Steve”, gíria usada por policiais para se referir a um colega de farda.

O policial rebate: “Steve, o ca*!”. Thawanna, então, diz: “Não, não, com todo o respeito, vocês que bateram em nós”.

A policial Yasmin, que estava no banco do passageiro, desce da viatura. É possível ouvir Thawanna dizendo para a militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, é efetuado o disparo.

Ao ouvir o disparo feito pela parceira, o soldado questiona “Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?”. Yasmin responde que atirou porque a moradora teria dado um tapa na cara dela.

Ainda nas imagens, é possível ver que outra viatura chegou ao local às 3h, e o soldado Weden relatou o o que aconteceu. Em seguida, ele tenta fazer os primeiros-socorros até o resgate, que chegou às 3h30. A dupla, então, entrou em outra viatura e deixou o local.

Após ser baleada, a vítima foi socorrida ao Hospital Tiradentes, mas não resistiu. Nas imagens da farda, ela ainda estava viva e chega a dizer que estava com dor, enquanto recebia os primeiros socorros feito pelo soldado.

Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi morta por disparo de soldado recém-formada em SP. – Foto: TV Globo

PMs afastados

A policial Yasmin, responsável pelo disparo, e os demais agentes envolvidos no caso estão afastados de suas funções, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), desde a semana da morte da moradora.

A Secretaria, entretanto, nega que Yasmin tenha sido promovida e trata o caso como “equiparação salarial”.

“A Polícia Militar esclarece que não houve qualquer promoção da policial citada, que permanece afastada de suas funções. A recente publicação reflete apenas o cumprimento da Lei nº 18.442, de 2 de abril de 2026. A nova legislação extinguiu a antiga divisão entre Soldados de 1ª e 2ª Classe, unificando a graduação sob a nomenclatura única de ‘Soldado PM’. Dessa forma, o ajuste salarial de R$ 480 trata-se unicamente da equiparação remuneratória automática garantida pela lei a todos os policiais que ocupavam a extinta 2ª Classe. A corporação ressalta, ainda, que não existe a figura de ‘estagiário’ na instituição; após a fase de Aluno-Soldado, o policial passa diretamente a atuar como Soldado’, diz a Secretaria por meio de nota.

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

A família da vítima afirma que a policial não realizou nenhuma abordagem e atirou diretamente. Já a PM diz que Thawanna teria partido para cima da equipe.

A morte da mulher desencadeou uma série de protestos de moradores do bairro em razão da violência da Polícia Militar.

No depoimento, Yasmin disse que a vítima apresentava comportamento exaltado, invadiu seu espaço pessoal e desferiu tapas, incluindo um no rosto. A agente afirma que tentou se defender e conter a agressão.

O Ministério Público de São Paulo instaurou um procedimento para investigar a morte de Thawanna.

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