Reeleita com 205.064 votos, a maior votação para deputado federal de Mato Grosso, Coronel Fernanda inicia um novo mandato com pautas ligadas à segurança pública, à proteção das mulheres e ao fortalecimento dos municípios. Porém, ela afirma que no momento a prioridade é eleger Flávio Bolsonaro (PL) a presidente da República.
“Ainda não estou nem considerando os novos projetos nem nada, porque a gente está com a missão até o final do mês de trabalhar a eleição do Flávio Bolsonaro. Precisamos elegê-lo, até porque, com a eleição dele nós vamos saber o que que vamos poder cumprir ou não dentro dos nossos projetos”, afirma em entrevista ao O Mato Grosso.
Mas Coronel Fernanda destaca que vai continuar seu trabalho em defesa do agricultor e do agronegócio, e afirm que o atual governo tem massacrado os produtores rurais, tantos os pequenos, quando os médio e grandes produtores.
“E não podemos deixar isso acontecer. Entre outras questões, né? Nós temos muito trabalho à frente, e tudo vai depender de qual vai ser o ritmo desse trabalho: se ele vai ser mais tranquilo ou ele vai ser mais penoso, por isso a importância de eleger Flávio Bolsonaro”, ressalta.
Quanto ao trabalho para destinação de emendas parlamentares ao Estado, Coronel Fernanda: diz ter um planejamento, tanto as individuais como as de bancada, fazendo a avaliação dos projetos e buscando atender todos os municípios.
“Eu consegui atender quase cem municípios no meu primeiro mandato e quero ver agora se no segundo eu consigo aumentar mais isso aí, para que todos possam receber um pouco e reverter em serviço para a sociedade’, pontua.
Uma das principais autoras e ativistas da CPMI do INSS, comissão parlamentar mista criada para investigar fraudes e descontos ilegais nas folhas de pagamento de aposentados e pensionistas, Coronel Fernanda afirma que primeiro vai buscar mais transparência da Previdência Social, trabalhar para que haja mais segurança jurídica para os trabalhadores e, claro, resolver a questão do rombo bilionário que aconteceu e tá saindo do bolso do trabalhador.
“Isso a gente não pode admitir. Então temos muito trabalho em relação à Previdência Social”, concluiu a parlamentar
Fonte: Redação