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Bateau Mouche: a real história do naufrágio que virou série na Max

Bateau Mouche: O Naufrágio da Justiça estreia no Max nesta terça-feira (18/3). A série documental conta a história real da embarcação que naufragou no Rio de Janeiro no Réveillon de 1989, durante um passeio de luxo na Baía de Guanabara.

Na ocasião, uma empresa anunciou a venda de ingressos para a embarcação Bateau Mouche IV, prometendo aos passageiros a experiência de celebrar a virada do ano assistindo aos fogos de Copacabana em alto-mar. Projetado para acomodar 28 pessoas, o barco partiu com 153 a bordo.

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Bateau Mouche: O Naufrágio da Justiça é a nova série do Max

Reprodução do Bateau Mouche IV na nova série do Max
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Bateau Mouche IV sendo retirado do mar em 1989

Divulgação/Max

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Bateau Mouche: O Naufrágio da Justiça é a nova série do Max

Divulgação/Max

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Reprodução do Bateau Mouche IV na nova série do Max

Divulgação/Max

Poucos minutos após zarpar, a embarcação Bateau Mouche IV foi interceptada pela Capitania dos Portos e obrigada a retornar ao cais devido à superlotação. Apesar da intervenção, o barco foi liberado para partir novamente pouco depois.

Assim que deixou os limites da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, o Bateau Mouche IV naufragou, resultando na morte de 55 pessoas, entre elas a atriz Yara Amaral, estrela da TV Globo.

Os corpos das vítimas e os sobreviventes foram resgatados pelas embarcações Evelyn Maurício e Casablanca, que chegaram ao local logo após o acidente.

Até hoje, os sobreviventes lidam com os traumas daquela noite. Famílias foram desfeitas, laços interrompidos e muitas vítimas ainda enfrentam graves consequências psicológicas.

O caso segue na Justiça, marcado por reviravoltas, denúncias de fraude e irregularidades na operação do Bateau Mouche IV. Muitos sobreviventes ainda lutam por indenizações.

A nova série documental do streaming Max traz depoimentos emocionantes de quem viveu a tragédia e recria os acontecimentos da noite do naufrágio, oferecendo uma nova perspectiva sobre uma das maiores catástrofes marítimas do Brasil nos anos 1980.

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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