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Com Jim Caviezel, filme sobre Bolsonaro apresenta “fé sob ataque”

Diretor do filme Dark Horse, Cyrus Nowrasteh afirmou que o longa-metragem é um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”. A produção, que tem Jim Caviezel como o político brasileiro, promete retratar a campanha presidencial do ex-mandatário em 2018.

“Desde a concepção, quando Mario [Frias, responsável pelo roteiro do longa] me apresentou a história de Dark Horse, o projeto foi idealizado não apenas como um retrato biográfico, mas como um tenso thriller político sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significado cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, disse o diretor ao Deadline.

Veja quem é quem no filme:

Jim Caviezel será Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução

Camille Guaty será Michelle Bolsonaro
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Camille Guaty será Michelle Bolsonaro

Divulgação/IMDB e Metrópoles

Edward Finlay será Eduardo Bolsonaro
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Edward Finlay será Eduardo Bolsonaro

Divulgação/IMDB e Metrópoles

Sergio Barreto será Carlos Bolsonaro
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Sergio Barreto será Carlos Bolsonaro

Divulgação/IMDB e Metrópoles

Marcus Ornellas será Flávio Bolsonaro
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Marcus Ornellas será Flávio Bolsonaro

Divulgação/IMDB e Metrópoles

O filme estreia em 11 de setembro
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O filme estreia em 11 de setembro

Reprodução

O ator norte-americano vai dar vida ao ex-presidente
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O ator norte-americano vai dar vida ao ex-presidente

Reprodução

A produção promete contar a história de Bolsonaro nas eleições de 2018
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A produção promete contar a história de Bolsonaro nas eleições de 2018

Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro

Jim Caviezel como Bolsonaro
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Jim Caviezel como Bolsonaro

Go Up Entertainment/Reprodução

Jim Caviezel como Bolsonaro
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Jim Caviezel como Bolsonaro

Jim Caviezel como Bolsonaro
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Jim Caviezel como Bolsonaro

Go Up Entertainment/Reprodução

Em fase de pós-produção, os responsáveis pelo projeto buscam uma distribuidora e preparam exibições exclusivas para potenciais compradores. Além de Caviezel como Bolsonaro, o elenco conta com Camille Guaty como Michelle Bolsonaro, Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro, Edward Finlay como Eduardo Bolsonaro e Sergio Barreto como Carlos Bolsonaro.

“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e a tentativa de assassinato contra ele em 2018 ofereceram um contexto para explorar até onde sistemas arraigados podem ir para se preservar. E como um político pode se tornar um porta-voz das esperanças e dos medos de uma nação“, completa.

Jim Caviezel chegou a divulgar uma data de estreia do filme, para 11 de setembro deste ano. O site internacional, no entanto, garante que a produção não tem data para chegar ao Brasil.

Filme sobre Jair Bolsonaro

O projeto pretende fazer “um retrato honesto” do ex-presidente e trazer bastidores da emblemática campanha presidencial de Bolsonaro em 2018. O atentado contra o então candidato, esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora (MG), será um dos grandes destaques da trama.

Ex-Secretário de Cultura e aliado próximo de Bolsonaro, o deputado federal Mario Frias (PL-SP) é o responsável pelo roteiro do longa. Frias tem defendido publicamente que o filme pretende mostrar “a verdade” sobre os acontecimentos de 2018, em uma abordagem que deve interessar sobretudo ao público já simpático ao ex-presidente.

Em um pôster divulgado por Caviezel, é possível vê-lo completamente caracterizado como Bolsonaro. Ele usa a faixa presidencial enquanto posa em frente ao Palácio do Planalto. Um céu coberto por nuvens negras dá pistas sobre a conotação trágica e dramática da obra.

“Se você se importa com as eleições, meu novo filme estreia no dia 11 de setembro de 2026”, anunciou nas redes sociais. O ator ficou mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo e ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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