Olá seja bem vindo: 22/04/2026

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conheça o grupo feminino que domina rodas do DF

“Em casa.” É assim que as integrantes do Samba da Passarinha descrevem a sensação de subir ao palco juntas. Há dois anos circulando pelo Distrito Federal, o grupo nasceu de um desejo simples e urgente: devolver o samba às suas origens, com mulheres ocupando o centro da roda.

São oito instrumentistas com nomes já consolidados na cena brasiliense — Ju Rodrigues (voz e pandeiro), Ane Eóketu (percussão e voz), Mariana Sardinha (cavaco e voz), Yara Alvarenga (percussão), Bruna Tassy (contrabaixo e voz), Irene Egler (violão) e Lene Black (percussão) — e que transformam cada show em um espaço de acolhimento feito por e para mulheres.

Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles
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Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
@hugobarretophoto

O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato
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O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Yara Alvarenga
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Yara Alvarenga

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Lene Black
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Lene Black

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Ju Rodrigues
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Ju Rodrigues

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Bruna Tassy
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Bruna Tassy

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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black
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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black

Samba da Passarinha
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Samba da Passarinha

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Fora dos palcos, o projeto tem a força de Naju Melo e Luciana Lobato, as idealizadoras da iniciativa. Em entrevista ao Metrópoles, as integrantes falaram sobre o que significa ocupar esse espaço no samba do DF, os desafios de fazer cultura na capital e os próximos passos do grupo.

“O samba não é um território masculino, o samba é um território feminino, e a gente toca como mulher, não como homem — como mulher e divinamente bem”, enfatiza Ju Rodrigues.

Lene Black acrescenta: “O samba veio da mulher. Então estamos voltando para a origem do samba. E, quando estou com as meninas, é o lugar em que me sinto mais feliz, em que me sinto desarmada e fico à vontade”.

Confira a entrevista na íntegra:

 

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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