Nos últimos tempos, tem sido comum ouvir em grupos de WhatsApp, rodas de conversa e outros meios de comunicação a alegação de que a atual gestão do poder público de Nobres tem feito distinção entre aqueles que “votaram” e os que “não votaram”. No entanto, essa narrativa não se sustenta quando confrontada com a realidade dos fatos.
Uma simples consulta ao Diário Oficial do Município desmente esse discurso. Uma verdadeira “enxurrada de nomeações” tem sido feita, incluindo pessoas que sequer apoiaram vereadores da base do prefeito ou mesmo o próprio prefeito. Esse fato evidencia que o critério utilizado para compor a equipe administrativa vai além da questão eleitoral, contrariando o que é dito em certos grupos e rodas de conversa.
Um dos setores que exemplifica bem essa realidade é o de licitações e no próprio aplic, até mesmo em outros setores onde um número crescente de opositores tem sido integrado à gestão. Isso reforça que, ao contrário do que se propaga, há uma abertura para a participação de diversos segmentos políticos na administração municipal, independentemente de seu histórico eleitoral.
Diante disso, fica claro que a narrativa de perseguição política não passa de um discurso infundado, muitas vezes impulsionado por interesses próprios e pela tentativa de deslegitimar a gestão vigente.
A administração pública deve ser pautada pela transparência e pela competência, e é exatamente isso que se observa no atual cenário de Nobres.