Parentes de Eliza Samudio informaram, nessa quarta-feira (7), que o passaporte localizado em Portugal e repassado às autoridades brasileiras no fim de 2025 não tem relação com fatos recentes. De acordo com a família, o documento havia sido perdido pela própria Eliza durante uma viagem internacional realizada em 2007.
Eliza Samudio foi assassinada em 2010, três anos depois de voltar ao Brasil. O crime é considerado um dos assassinatos de maior repercussão do país. A morte de Eliza ocorreu quando ela tinha 25 anos e ganhou notoriedade nacional por envolver o então goleiro Bruno Fernandes. O corpo de Eliza nunca foi localizado.
De acordo com os familiares, após perder o passaporte durante a viagem ao exterior, Eliza conseguiu retornar ao Brasil com apoio do consulado brasileiro.
A informação foi confirmada ao Poder360 por Maria do Carmo Santos, madrinha de Bruninho — filho de Eliza — e representante da família.
Ela explicou que, à época, o consulado emitiu uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), documento provisório concedido a brasileiros que estão fora do país e não possuem passaporte válido para viagem.