O Ministério das Relações Exteriores da China pediu, neste domingo (4/01), que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa. O casal foi capturado na sábado (3/01), em Caracas, e está sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.
Aliada política e econômica da Venezuela, a China afirmou que a ação norte-americana “violou claramente” o direito internacional, além de desrespeitar normas básicas das relações entre países e os princípios da Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).
China cobra a segurança de Maduro
Em nota oficial, o governo chinês também cobrou que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e interrompam qualquer tentativa de derrubar o governo venezuelano. Segundo o comunicado, a situação deve ser resolvida exclusivamente por meio do diálogo e da negociação.
Essa é a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. Na sexta-feira (3/01), o Ministério das Relações Exteriores chinês já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos, afirmando estar “profundamente chocado” com a operação que resultou na captura do líder venezuelano.
*Sob supervisão de Daniel Costa