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Justiça dá prazo para que Estado pague presas que trabalham na Cadeia Feminina de Cáceres

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Orlando Perri, determinou nessa terça-feira (26) que o Estado de Mato Grosso passe a pagar, em 180 dias, as presas que trabalham na Cadeia Feminina de Cáceres.

Segundo a medida, o Estado deve apresentar em 90 dias um plano de implementação e, em 180 dias, começar os pagamentos. Já no prazo de 240 dias, o governo deve apresentar a prestação de contas sobre a execução da medida.

O Primeira Página procurou a Secretaria de Justiça, mas não obteve retorno até a publicação.

Presas trabalham na cadeia de Céceres sem receber do Estado. – Foto: Reprodução

Segundo o documento, o desembargador afirma que o pagamento de presos não é facultativo e, sim, determinado pela Lei de Execução Penal, que obriga, no mínimo, a fornecer a remuneração de três quartos do salário mínimo para quem exerce atividade laboral nos presídios.

Os produtos confeccionados são usados pela própria administração da cadeia feminina de Cáceres. Por isso, o desembargador apontou possível enriquecimento sem causa por parte do Estado.

“[…] o Estado economiza valores que teria que despender na aquisição dos produtos confeccionados; (ii) à custa de outro — por conta do trabalho não remunerado das pessoas privadas de liberdade; (iii) sem justa causa — porque o artigo 29 da LEP obriga a remuneração e não há norma que a dispense no caso concreto”.

Além disso, o magistrado determinou o envio do caso ao Ministério Público do Trabalho para avaliar eventual investigação sobre a situação.

  1. Justiça manda Estado levantar dados sobre presídios fechados para identificar causas da superlotação em MT

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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