Olá seja bem vindo: 29/08/2026

Search
Close this search box.
Search
Close this search box.
  • Home
  • Política
  • Justiça multa Pedro Taques, Popó e Antero em quase R$ 200 mil por ataques contra Mauro – O Mato Grosso

Justiça multa Pedro Taques, Popó e Antero em quase R$ 200 mil por ataques contra Mauro – O Mato Grosso

A Justiça Eleitoral aplicou nesta quinta-feira (27) multas que somam R$ 120 mil contra Antero Paes de Barros, dono do site PNB Online; Popó Pinheiro, do blog do Popó, e contra o advogado e ex-governador Pedro Taques por acusações sem provas contra o candidato ao Senado, Mauro Mendes. O julgamento dos três casos está disponível neste link https://www.youtube.com/watch?v=JQhET6FEIII&t=14574s. Somente no TRE-MT, Pedro Taques já tinha sido multado anteriormente em R$ 70 mil, somando agora R$ 85 mil em penalidade.

As três decisões desta quinta-feira reconhecem que os conteúdos ultrapassaram os limites da crítica política e passou a atribuir a Mauro Mendes a prática de crimes ou associá-lo a supostos ilícitos sem comprovação, caracterizando propaganda eleitoral antecipada negativa.

No caso de Antero, representado pelo portal Preto no Branco, a multa chegou a R$ 55 mil. O colegiado reconheceu quatro impulsionamentos irregulares e sete publicações consideradas ilícitas pelo próprio conteúdo. Entre os materiais estavam publicações que chamavam Mauro de “corrupto e caloteiro”, “ladrão de dinheiro público” e o associavam a facção criminosa.

No voto que prevaleceu, a juiz Jean Bezerra explicou a diferença entre crítica jornalística e propaganda eleitoral negativa. Segundo ele, é legítimo noticiar uma investigação, uma denúncia ou uma suspeita, mas a situação muda quando o conteúdo apresenta a investigação como um crime consumado.

“É legítimo que a imprensa diga que existe investigação, que um adversário fez uma denúncia, que documentos geram dúvidas, que existe suspeita sobre determinado pagamento. Isso é informação e continua protegida mesmo quando incômoda. Diferente é a publicação afirmar, sem nenhuma acusação formal ou condenação por trás, que alguém é corrupto, roubou dinheiro público, é ladrão, ou que a corrupção foi provada”.

Já no processo envolvendo Popó Pinheiro, a multa foi fixada em R$ 50 mil. O caso analisou uma série de publicações do quadro denominado “Oi Mauro”, além de conteúdos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões envolvendo a Oi e ataques direcionados também à família do governador.

A juíza Juliana Paixão chamou atenção para o fato de que as publicações não ficaram restritas a Mauro Mendes. Segundo o voto, conteúdos também foram direcionados à primeira-dama Virginia Mendes, relacionando questões de saúde a acontecimentos políticos.

“A abordagem abandonou a crítica à gestão pública e ingressou em aspecto pessoal. Com formulação sensacionalista, a publicação produz desqualificação moral, configurando conteúdo materialmente ilícito”, afirmou a magistrada.

O voto registra ainda que os ataques atingiram “não apenas o filiado da Representante, mas também membros de sua família”, com narrativas consideradas sensacionalistas e sem respaldo probatório.

Por fim, na ação envolvendo Pedro Taques, que já acumulava R$ 70 mil em multas decorrentes de decisões anteriores do colegiado, a nova condenação acrescentou R$ 15 mil. Ao todo foram três postagens analisadas e o relator Raphael de Freitas Arantes destacou que a linguagem utilizada ultrapassou o limite da crítica.

“Aqui a construção discursiva ultrapassa o mero questionamento. A contraposição entre a afirmação de que dentro de mim não tem ladrão e a imediata referência a Mauro Mendes […] estabelece a associação direta e suficientemente clara”, afirmou.

Sobre a publicação relacionada a construção de um autódromo no Parque Novo Mato Grosso, o relator entendeu que a narrativa também deixou de ser uma simples fiscalização ou questionamento sobre um ato administrativo.

“A mensagem não se limita à fiscalização de ato administrativo ou à formulação de dúvidas sobre o procedimento. A estrutura discursiva conduz à afirmação de que existiria favorecimento ilícito e sugere que, maior ou menor, teria se beneficiado dos valores mencionados”, afirmou Arantes.

Todas as decisões também reforçaram a diferença entre a crítica política e o uso de recursos para ampliar artificialmente conteúdos negativos contra adversários, como o impulsionamento pago. O mecanismo não é permitido pela lei eleitoral.

Fonte: Assessoria Mauro Mendes

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

Fatos e Boatos

Segundo fontes consideradas confiáveis, neste momento Dr. Emerson reúne a maioria dos votos necessários para assumir o comando do Legislativo.
No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.

VEJA MAIS

FICCO/SE prende foragido da justiça investigado por tráfico interestadual de drogas

Aracaju/SE. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) prendeu, na tarde…

Cuiabá leva ligeira vantagem no retrospecto contra o Botafogo-SP; veja números » Esportes & Notícias

Botafogo-SP e Cuiabá entram em campo neste sábado, dia 29, às 17h30 (de MT), em…

Biógrafo revela relação do pai de Gilberto Gil com a ditadura

O exílio de Gilberto Gil em Londres, entre 1969 e 1972, guarda uma contradição familiar…