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Justiça não avalia recurso de Romário e penhora segue em 1ª instância

A 2ª instância da Justiça do Distrito Federal considerou inadmissível um recurso apresentado por Romário (PL-RJ) em meio ao processo que determinou a penhora dos pagamentos que ele receberia pelas transmissões feitas pela CazéTV durante a Copa do Mundo 2026. O desembargador responsável decidiu não avaliar o pedido ao entender que o mérito do caso ainda deve ser julgado em 1ª instância.

A ação busca o pagamento de uma dívida de R$ 865 mil, referente a estragos supostamente deixados em uma casa no Lago Sul, em Brasília (DF), onde o senador morou de 2012 a 2016. À Justiça, os proprietários afirmam que o ex-atleta teria devolvido o imóvel com uma série de danos estruturais.

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1 de 8Reprodução/Redes sociais
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Romário.
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Romário.

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Romário
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Romário

Reprodução/Internet

Senador Romário dança sobre palco de festa nos EUA após jogo do Brasil
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Senador Romário dança sobre palco de festa nos EUA após jogo do Brasil

Reprodução/X

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6 de 8Reprodução/Instagram
Fernanda Gentil e Romário durante a Copa do Mundo de 2026
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Fernanda Gentil e Romário durante a Copa do Mundo de 2026

Reprodução/Internet.

Romário e Casimiro Miguel, da CazéTV
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Romário e Casimiro Miguel, da CazéTV

Reprodução/Youtube

A defesa do senador esclarece em nota que ainda não há decisão definitiva sobre os questionamentos formulados pelo recurso. À 2ª instância, os advogados argumentaram que os valores referentes aos contratos com a LiveMode, proprietária da CazéTV, e com a patrocinadora SuperBET pela atuação como comentarista esportivo seriam “impenhoráveis”. O desembargador responsável pelo caso entendeu que o mérito do processo ainda não foi propriamente discutido na 1ª instância.

Na decisão, publicada na última sexta-feira (7/8), o magistrado ressaltou inclusive que a natureza dos contratos firmados com Romário e as manifestações das empresas ainda não foram apreciadas pela Justiça.

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do Metrópoles Entretenimento

Dívida por casa destruída

A ação está sendo movida pelos proprietários da casa onde Romário morou por cerca de quatro anos. Segundo a sentença, o ex-atleta devolveu o imóvel com armários retirados, paredes quebradas, pintura danificada, equipamentos elétricos e hidráulicos avariados, além de danos em pisos, portas, vidros, luminárias e jardim.

Inicialmente, a condenação foi fixada em R$ 268 mil. Ao longo dos anos, porém, com a incidência de correção monetária, juros, custas e honorários, o valor da execução chegou a R$ 865 mil.

A decisão de penhora, segundo o juiz, deverá alcançar quaisquer valores decorrentes de contratos de direitos de imagem, direitos de arena, prestação de serviços, patrocínio, comissões, cachês e outros créditos relacionados à cobertura da Copa do Mundo 2026. Os valores deverão ser retidos e depositados em juízo para garantir o pagamento da dívida.

Valores de Romário com a CazéTV são alvo de penhora

O processo movimentado na Justiça do Distrito Federal é apenas uma das ações que determinaram a penhora de valores que Romário (PL-RJ) venha a receber pelo trabalho como comentarista esportivo da CazéTV durante a Copa do Mundo.

Na Justiça do Rio de Janeiro, a remuneração do senador também foi alvo de penhora para pagamento de uma dívida de R$ 32,4 milhões com a empresa que administrava o estacionamento de um bar do qual ele foi sócio na capital carioca. O tetracampeão também apresentou recurso contra esta decisão.

Em ambos os casos, os juízes determinaram que as empresas ligadas à CazéTV apresentem a íntegra dos contratos firmados com Romário, além de propostas, notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento e outros documentos relacionados à contratação do ex-jogador.

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No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
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e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
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