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Max Russi defende soluções para segurança, inclusão e conflitos sociais durante coletivo

A chegada de Eliane Xunakalo à Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso nesta quarta-feira (15) representa o resultado de uma trajetória construída ao longo dos anos na defesa dos povos originários.

Natural da Terra Indígena Santana, em Nobres, Eliane iniciou sua caminhada conciliando formação acadêmica e atuação comunitária. Bacharel em Direito, com especializações em Direito Administrativo e Administração Pública, passou a atuar diretamente na promoção e պաշտպան dos direitos indígenas.

Com o tempo, ganhou destaque em espaços de liderança. Tornou-se a primeira mulher a presidir a Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso, sendo posteriormente reeleita. Também ampliou sua atuação em articulações nacionais voltadas às mulheres indígenas, fortalecendo o debate sobre representatividade e equidade de gênero.

Agora, em 2026, assume por 30 dias uma cadeira na ALMT, substituindo o deputado Lúdio Cabral. A posse ocorre em um momento simbólico, durante a semana do Dia Nacional dos Povos Indígenas, reforçando o avanço da presença indígena nos espaços políticos.

Durante o curto período de mandato, Eliane pretende priorizar a visibilidade das demandas dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, transformando essas pautas em propostas concretas dentro do Parlamento.

A ocupação da vaga faz parte do sistema de rodízio do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso, que permite a participação temporária de suplentes. Mesmo com tempo limitado, a expectativa é de que sua atuação deixe um legado de representatividade e abra caminho para novas lideranças indígenas na política estadual.

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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