Olá seja bem vindo: 06/06/2026

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Mobilização contra PL da Dosimetria passa quase despercebida em Cuiabá

O protesto realizado na manhã deste domingo (14), em Cuiabá, contra o Congresso Nacional e o chamado Projeto de Lei da Dosimetria terminou com baixa adesão e pouca repercussão, sendo tratado como um flop por quem acompanhou a mobilização de perto.

A manifestação ocorreu em frente à sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso (AMM) e começou por volta das 10h30. Apesar de integrar uma mobilização nacional, o ato não reuniu nem 300 pessoas, número considerado inexpressivo para a capital mato-grossense.

Com cartazes trazendo frases como “sem anistia” e “Congresso inimigo do povo”, os manifestantes também levantaram pautas como o fim da escala de trabalho 6×1 e ações de combate ao feminicídio. Ainda assim, o volume reduzido de participantes chamou mais atenção do que as reivindicações.

Rejeição ao PT na capital do Agro

O esvaziamento do ato não chega a surpreender. Cuiabá tem histórico político majoritariamente conservador, com forte ligação ao agronegócio, setor que tradicionalmente rejeita mobilizações alinhadas à esquerda e a discursos contra o Congresso Nacional.

O que é o PL

O alvo dos protestos foi o Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10), que altera regras para progressão de pena. A proposta segue agora para análise do Senado Federal, onde a base governista articula para tentar barrar o avanço do texto. A votação está prevista para quarta-feira (17).

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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