Olá seja bem vindo: 12/05/2026

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MP quer volta à prisão de mulher trans acusada de matar gatos em Cuiabá

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) quer que a Justiça reavalie a liberdade de Larissa Karolina Silva Moreira, acusada de maus-tratos contra animais em Cuiabá. Segundo o órgão, a acusada, que responde em liberdade desde o fim de julho, estaria descumprindo determinações judiciais e se envolvendo em novas condutas ilícitas.

O promotor Joelson de Campos Maciel cita relatos de que Larissa teria ordenado ameaças contra o ex-namorado, familiares dele e protetores da causa animal que participaram das denúncias. Essas intimidações, segundo o MP, poderiam caracterizar tentativa de obstrução da Justiça.

Além das ameaças, Larissa não teria informado à Justiça eventual mudança de endereço, como exigido. O Ministério Público pediu a realização de uma audiência de justificação, na qual ela poderá se manifestar, e requereu a análise do relatório de monitoramento da tornozeleira eletrônica que utiliza.

Prisão e acusações

Larissa foi presa em junho deste ano, acusada de adotar gatos e, posteriormente, matá-los. Na época, a Polícia Civil encontrou vestígios de sangue e fezes de animais na casa dela, além de três gatos mortos em um terreno próximo.

De acordo com as investigações, pelo menos quatro animais teriam sido entregues a ela pelo ex-namorado desde o início de 2024. Em depoimento, ele afirmou que todos morreram e que Larissa justificava as mortes dizendo que os bichos a haviam arranhado.

Mesmo em liberdade, Larissa publicou mensagens nas redes sociais atacando protetores de animais. Em uma delas, escreveu: “Vocês vão me pagar bem caro. Me aguardem, protetores do inferno”.

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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