O Governo de Mato Grosso, através da entrevista do chefe Fábio Garcia, durante a coletiva de imprensa na manha desta quinta-feira (27), sobre o balanço do programa tolerância zero anunciou algumas novidades que compõe o assessoramento sobre violências e combate a crimes no estado, e uma delas é que a partir do ano letivo de 2026 todas as escolas estaduais passarão a abordar o tema violência doméstica de forma transversal na grade curricular.A iniciativa busca promover uma mudança cultural, ampliando o entendimento dos estudantes sobre o que caracteriza esse tipo de violência seja ela psicológica, moral, física ou patrimonial.
“vamos explicar o que é violência doméstica, explicar às pessoas que a violência doméstica normalmente começa dentro de casa através da violência psicológica, moral. Quase na totalidade das violências físicas, quando acontecem, elas já foram precedidas ou acompanhadas de uma violência psicológica ou moral, para que a gente possa estar atento dentro das casas de quando esse sinal começa a acontecer e também poder dialogar com os nossos alunos, mostrando tudo que o Estado tem oferecido e vai oferecer para que a gente possa evitar e amparar as vítimas de violência“, explicou Fábio Garcia.
De acordo com o governo, a proposta pretende explicar aos alunos como a violência doméstica costuma se manifestar, destacando que, na maioria dos casos, agressões físicas são antecedidas por violências psicológicas ou morais dentro do ambiente familiar. A ideia é que crianças e jovens aprendam a identificar sinais precoces, compreendam seus direitos e saibam como buscar ajuda ou orientar outras pessoas em situação de vulnerabilidade.
Segundo o governo, a iniciativa tem caráter pedagógico e social: leva informação, combate estereótipos, incentiva o diálogo e contribui para a construção de uma sociedade mais segura e consciente. A partir de 2026, o ensino sobre violência doméstica passa a integrar oficialmente o currículo da Secretaria de Educação, reforçando o compromisso do Estado em proteger a população e promover transformações culturais duradouras.
*Sob supervisão de Daniel Costa