Olá seja bem vindo: 15/06/2026

Search
Close this search box.
Search
Close this search box.
  • Home
  • Polícia
  • Mulher foi morta após recusar relação sexual com suspeito, diz delegada

Mulher foi morta após recusar relação sexual com suspeito, diz delegada

A delegada Jéssica Cristina de Assis, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), revelou, em entrevista coletiva nesta terça-feira (9), que Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos, foi morta após recusar manter relação sexual com Gabryel Junio de Almeida Dirceu, de 20 anos. O crime ocorreu no dia 1º de junho, em Várzea Grande.

Segundo a delegada, os dois se conheceram na noite anterior ao crime e teriam combinado um programa sexual em troca de dinheiro. No entanto, Josivany teria desistido após usar drogas com o suspeito em uma residência abandonada, na região central.

Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos, foi encontrada morta carbonizada em Várzea Grande. – Foto: Rede social/Reprodução

“A vítima se arrependeu, consumiu entorpecentes com ele numa residência abandonada e depois falou: ‘olha, eu não quero mais’. É o momento em que aparece nas filmagens ele empurrando ela para um mato”, afirmou Jéssica.

Ainda conforme a delegada, Gabryel alegou que Josivany o atacou com uma faca que estaria dentro da bolsa dela. Ele admitiu, porém, que empurrou a vítima em direção à área de mata após ela se recusar a praticar o ato sexual.

Gabriel Junyo de Almeida Dirceu, de 20 anos, foi preso nesta segunda-feira (8) pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) suspeito pela morte de Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos, cujo corpo foi encontrado carbonizado em uma ação de combate a incêndio na última segunda-feira (1º), em Várzea Grande.
Josivany Borges conheceu Gabryel Junio um dia antes de ser assassinada e queimada por ele. – Foto: Reprodução

Imagens analisadas pela Polícia Civil mostram o momento em que o suspeito empurra Josivany. De acordo com a delegada, ele também admitiu ter insistido para que o encontro acontecesse mesmo após a recusa da mulher.

“Ele fala: ‘não, agora você vai, você já consumiu a droga, eu já te paguei’”, relatou a delegada, ao descrever a versão apresentada pelo investigado.

“Ele fala: ‘não, agora você vai, você já consumiu a droga, eu já te paguei’”, relatou a delegada, ao descrever a versão apresentada pelo investigado.

Durante o interrogatório, Gabryel confessou ter atacado Josivany com pedras na cabeça. Apesar de alegar legítima defesa, a versão é considerada contraditória pela Polícia Civil e, até o momento, não afasta a tese de feminicídio.

O suspeito também afirmou que a vítima ainda apresentava sinais vitais após as agressões.

“Ele disse que ela ainda estava viva, que ela se mexia. Mas ela estava naquele período que a gente chama de perimortem”, explicou Jéssica. O termo se refere aos momentos próximos à morte.

A Polícia Civil solicitou exames à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para confirmar se Josivany ainda estava viva quando teve o corpo incendiado. Caso isso seja comprovado, Gabryel poderá responder por outros crimes além do feminicídio.

Tentativa de ocultar provas

Após o crime, o suspeito tentou ocultar provas. De acordo com a delegada, ele trocou de roupa em uma casa abandonada, descartou peças de vestuário e um chinelo chamativo para tentar evitar o reconhecimento pelas imagens de câmeras de segurança.

Depois da prisão, Gabryel indicou aos policiais outros locais onde havia escondido roupas que podem conter manchas de sangue. O material foi apreendido e encaminhado para análise pericial.

A investigação segue em andamento pela DHPP.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

VEJA MAIS

Abilio planta mudas no Parque Tia Nair e reforça meta de 200 mil novas árvores em Cuiabá

Ação reuniu famílias e secretários na manhã de ontem (13). Ipês e aroeiras foram plantados…

Polícia Militar prende homem que matou companheira em Nova Bandeirantes

Policiais militares do 9º Comando Regional prenderam, neste sábado (13.6), um homem de 34 anos,…

Equador para no travessão e Costa do Marfim vence no final, no Grupo E

A eficiência da Costa do Marfim fez a diferença na Filadélfia. Neste domingo (14), os…