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Nova lei amplia coleta de DNA de condenados em regime fechado

Um ano após assumir a Prefeitura de Várzea Grande com a promessa de colocar a casa em ordem, a prefeita Flávia Moretti (PL) termina 2025 enfrentando um cenário bem diferente do esperado. Em vez de avanços consistentes, o que se vê é uma população cansada de conviver com problemas antigos que seguem sem solução.

A questão com a água continua

A falta de água, principal compromisso de campanha da prefeita, continua sendo o maior ponto de reclamação. Em vários bairros, moradores seguem lidando com torneiras secas, baixa pressão e interrupções frequentes no abastecimento. Apesar de o tema ter sido tratado como prioridade desde o início do mandato, pouco mudou na prática.

Acúmulo de lixo em diferentes regiões

Outro problema recorrente é a coleta de lixo. Em diversas regiões da cidade, o acúmulo de resíduos virou rotina, com relatos de atrasos, lixeiras transbordando e ruas sujas, um cenário que reforça a sensação de abandono para quem vive nessas áreas.

A situação da saúde também é preocupante

Na saúde, a situação também preocupa. Falta de médicos, demora no atendimento, escassez de medicamentos e dificuldades para marcar consultas e exames estão entre as principais queixas da população. As unidades de saúde, segundo moradores, seguem sobrecarregadas e com estrutura limitada.

Além dos problemas nos serviços públicos, a gestão ainda enfrenta desgaste político. A abertura de uma Comissão Processante para apurar o uso do slogan institucional “Transparência, Trabalho e Progresso” em uniformes escolares aumentou a pressão sobre a prefeita e colocou sua administração no centro do debate público.

Mesmo com a entrega de duas creches no fim do ano, as ações pontuais não foram suficientes para mudar a percepção geral. Para muitos moradores, 2025 termina com a sensação de que as promessas feitas na campanha ainda estão longe de sair do papel.

*Sob supervisão de Daniel Costa

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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