Os Assassinatos de Idaho: Pesadelo Universitário estreou na Netflix em 29 de julho. A produção, que se tornou a mais assistida do streaming, revisita um crime brutal contra quatro estudantes que aconteceu em 2022, na cidade de Moscow, nos Estados Unidos.
Enquanto a produção da série de três episódios era finalizada, o caso ganhou novo desdobramento. Bryan Kohberger, estudante condenado pelo crime após confessar os assassinatos, alegou inocência e protocolou uma petição para retirar a confissão e obter um novo julgamento.

Bryan Kohberger confessou autoria dos crimes em maio de 2025
Kyle Green-Pool/Getty Images

Cenas da minissérie Os Assassinatos de Idaho: Pesadelo Universitário
Reprodução

Bryan Kohberger no tribunal para sua audiência de acusação
Zach Wilkinson-Pool/Getty Images

Cenas da minissérie Os Assassinatos de Idaho: Pesadelo Universitário
Reprodução/Netflix

Casa onde ocorreu o crime contra os quatro jovens em Moscow, Idaho
David Ryder/Getty Images

Casa onde ocorreu o crime contra os quatro jovens em Moscow, Idaho
David Ryder/Getty Images

Dylan Mortensen, uma das sobreviventes, discursando na audiência de sentença de Bryan Kohberger
Kyle Green-Pool/Getty Images
Na época das investigações inicias, o estudante foi preso e negou envolvimento no crime até o julgamento, que aconteceu apenas em julho de 2025. No tribunal, ele confessou os quatro assassinatos em um acordo para retirar a possibilidade de pena de morte.
Ele foi condenado a quatro penas de prisão perpétua, sem liberdade condicional ou progressão. Agora, ele busca provar a inocência novamente, afirmando que foi coagido pelo acordo sugerido no julgamento.
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do Metrópoles Entretenimento
Ao longo dos episódios da série na Netflix, a produção narra como a polícia encontrou o DNA de Kohberger na bainha de uma faca deixada na cena do crime, identificou o carro usado na fuga e descobriu que o celular dele ficou sem sinal por volta da hora em que ele cometeu o crime. Além disso, reúne imagens de arquivo, depoimentos de familiares, amigos, investigadores e jornalistas para reconstruir a cronologia do caso.