A Polícia Civil confirmou que a morte da arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, no dia 13 de abril, não se trata de um feminicídio. A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) assumiu o caso diante das suspeitas desse tipo de crime.
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No entanto, a reportagem apurou que um vídeo ao qual a equipe de investigação teve acesso apontou que a vítima se jogou do carro em movimento, perdendo a vida. Com isso, a hipótese de feminicídio foi descartada, confirmou a delegada Analu Lacerda Ferraz, da delegacia especializada.
Quem dirigia o veículo era o ex-marido da vítima, que à época afirmou que a arquiteta havia tirado a própria vida. Ele chegou a ser levado para a delegacia, mas foi liberado em seguida. A fatalidade ocorreu na BR-163, no anel rodoviário de Campo Grande. A arquiteta chegou a ser atendida pelas equipes de resgate, mas não resistiu.
Com a mudança na tipificação do caso de Ely, Mato Grosso do Sul contabiliza 12 vítimas de feminicídios desde o início de 2026.