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Relatório identifica 17 facções em atuação na Amazônia Legal em 2025

O relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, divulgado nesta quarta-feira (19) e produzido pelo Instituto Mãe Crioula em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) identificou 17 facções criminosas em atividade na Amazônia, revelando um cenário cada vez mais complexo, híbrido e transnacional.

O estudo mostra a consolidação do Comando Vermelho (CV) e a estabilização da influência do Primeiro Comando da Capital (PCC), ao mesmo tempo, em que grupos regionais ampliam sua presença em municípios estratégicos da região Norte e parte do Centro-Oeste.

Entre as facções listadas, além do CV e PCC, aparecem grupos de base estadual ou regional, como Amigos do Estado (ADE), Bonde dos 40 (B40), Primeiro Comando do Maranhão (PCM), Família Terror do Amapá (FTA), União Criminosa do Amapá (UCA), Comando Classe A (CCA), Bonde dos 13 (B13), Bonde dos 777 (dissidência do CV), Tropa do Castelar e Piratas do Solimões. Também foram registradas duas facções nordestinas: Bonde do Maluco (BDM) e Guardiões do Estado (GDE).

Relatório identifica 17 facções em atuação na Amazônia Legal em 2025. (Foto: PJC-MT)

O cenário ganha maior complexidade com a presença de organizações estrangeiras, como o Tren de Aragua, o Estado Maior Central (EMC) e o grupo Ex-Farc Acácio Medina, que reforçam a dinâmica transnacional dos crimes na região. O Amigos dos Amigos (ADA), do Rio de Janeiro, foi identificado atuando de forma associada ao B40 em municípios do Maranhão, mas não foi contabilizado como facção ativa por não manter atuação autônoma.

Relatório aponta que o B40 mantém registros em 26 municípios do Maranhão e Mato Grosso, sendo 11 deles com atuação exclusiva. A FTA aparece em 8 municípios do Amapá e Pará; o CCA em 4 cidades; o PCM em 6; a Tropa do Castelar em 5 municípios de Mato Grosso; a UCA em 3 municípios do Amapá; e o grupo Piratas do Solimões em outros 3. O ADE também foi registrado em três localidades no Tocantins e Pará.

Em comparação com a edição anterior, algumas facções deixaram de aparecer no levantamento: Primeiro Comando Panda (PCP), Amigos para Sempre (APS), incorporada ao CV-AP, Bonde do Cangaço e Tropa da Revolução (TDR).

Outro detalhe é como esses grupos têm diversificado suas estratégias de circulação e controle territorial. O Comando Vermelho mantém hegemonia nas rotas fluviais, especialmente no eixo do rio Solimões, articulado à produção peruana e a cartéis colombianos. Já o PCC tem ampliado o uso de rotas aéreas clandestinas que utilizam pistas em garimpos ilegais e unidades de conservação. A rota marítima via Suriname, que conecta Amapá e Pará a mercados internacionais, também ganhou força.

A capacidade das facções de movimentar suas operações conforme o nível de fiscalização tem ampliado sua presença em áreas rurais, de fronteira e de exploração de recursos naturais, aumentando os desafios para as forças de segurança.

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