Olá seja bem vindo: 05/05/2026

Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Saiba o que muda com a chamada Lei dos Influenciadores

A chamada Lei dos Influenciadores entrou em vigor em janeiro deste ano com a promessa de dar reconhecimento formal a quem atua na produção de conteúdo digital. A norma, oficialmente registrada como lei 15.325/2026, regulamenta o exercício da profissão de multimídia, conceito amplo que vai além dos influenciadores.

O texto define como atividades de multimídia a criação, produção, edição, gestão e publicação de conteúdos digitais. A regra alcança desde produtores independentes até gestores de mídia em estruturas empresariais. A abrangência, porém, levanta dúvidas.

Para o professor e especialista em Direito Digital Marcelo Crespo, o objetivo da lei foi reconhecer e profissionalizar o setor. “O propósito da lei é de reconhecimento legal e profissionalização de quem trabalha com multimídia. Por isso, o foco do texto foi amplo e funcional”, afirma.


O que a lei estabelece:

  • Reconhecimento formal da profissão de multimídia, com definição legal da atividade.
  • Previsão de parâmetros contratuais, criando uma referência para negociações com marcas e empresas.
  • Abrangência ampla, que inclui produtores independentes, gestores de mídia e criadores de conteúdo digital.

O que ficou de fora:

A norma não trata de temas sensíveis frequentemente associados aos influenciadores digitais, como:

  • Responsabilidade civil e penal específica;
  • Regras sobre publicidade enganosa;
  • Combate à desinformação;
  • Mecanismos de fiscalização ou punição.

Além disso, “Lei dos Influenciadores” é apenas uma denominação popular. O texto oficial regula a atividade de profissional de multimídia, conceito mais amplo.


 

Como a lei afeta os influenciadores?

Apesar do apelido, a lei não trata exclusivamente dos influenciadores digitais. Segundo a advogada e professora Ana Júlia Milanez, o principal efeito é simbólico.

“A principal implicação é o reconhecimento inicial da atividade de multimídia como uma profissão, que até então estava às margens. Embora a lei não estruture a atividade de influencer, representa um primeiro passo para uma regulação mais consistente”, explica.

A norma também não avançou em temas que costumam gerar debate público, como ética na publicidade, proteção do consumidor e desinformação. Para Ana Júlia, a lei acaba sendo mais genérica do que regulatória.

“O tema é complexo, e uma única lei não é capaz de solucionar os inúmeros problemas envolvendo influenciadores digitais, já que a matéria envolve diferentes áreas do direito”, afirma. Ela defende a criação de regras que diferenciem as categorias incluídas no conceito de profissional de multimídia, com obrigações específicas para cada uma.

Marcelo Crespo avalia que a ausência de mecanismos punitivos ou fiscalizatórios pode abrir espaço para interpretações divergentes. “Essa lacuna pode ser interpretada como uma resistência do legislador em entrar em temas controversos”, diz.

Leis complementares à vista

Especialistas apontam que a falta de parâmetros mais detalhados pode gerar conflitos, especialmente nas áreas trabalhista e tributária. A expectativa é que normas complementares sejam discutidas para preencher as lacunas e dar mais segurança jurídica ao setor.

“Não é uma lei exclusiva de influenciadores. Trata-se de uma categoria profissional ampla, que ainda comporta regulamentações específicas”, conclui Crespo.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

VEJA MAIS

Parlamento estadual reconhece lideranças indígenas e aliados em sessão especial

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, na noite desta segunda-feira (4), sessão especial…

Sine disponibiliza mais de 1,9 mil vagas de emprego para várias áreas nesta semana

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e…

Após série de crimes, suspeito de homicídio é preso em Três Lagoas

Um homem de 27 anos foi preso na segunda-feira (4), em Três Lagoas, suspeito de…