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Sargento da Marinha é solto após audiência de custódia; depoimentos são contraditórios

O sargento da Marinha, de 37 anos, preso por agredir a companheira na madrugada desta sexta-feira (2), por agredir a companheira de 38 anos, em Cuiabá, foi solto após passar por audiência de custódia.

Em decisão a juíza Alethea Assunção Santos, concedeu liberdade provisória ao sargento da Marinha sob medidas cautelares, sendo elas, cumprir as medidas protetivas em favor da vítima, uso de tornozeleira eletrônica pelo prazo de 90 dias, informar endereço e contato telefônico, além de comparecer a todos os atos processuais a que for intimado.

“Não há, ainda, qualquer elemento que indique que, em liberdade, o autuado pretenda se furtar à aplicação da lei penal, tampouco que possa interferir na colheita da prova”, afirmou a juíza em decisão.

Sargento da Marinha é solto após por audiência de custódia; depoimentos contraditórios. (Foto: Divulgação)

Versões contraditórias

Em depoimento, a mulher contou que tem dois filhos com o suspeito e que estavam separados havia seis meses, período em que iniciou um novo relacionamento. Ela disse que se mudou para São Paulo, mas foi impedida de levar os filhos. Após uma semana, o suspeito pediu que ela voltasse a Cuiabá para buscar a filha, que estaria doente.

A mulher retornou no dia 17 de dezembro e ficou na casa do suspeito, com passagens já compradas para voltar a São Paulo com a filha. Segundo ela, durante a estadia, ele insistiu para que reatassem o relacionamento e tentou manter relações sexuais, o que foi recusado. Na madrugada de sexta-feira, o suspeito teria provocado discussões, enviado áudio ofensivos ao atual companheiro da mulher, afirmado falsamente que eles haviam se relacionado, exigido dinheiro das passagens e escondido os documentos dela e da filha para impedir a viagem.

A vítima afirmou que acionou a polícia apenas para recuperar os documentos, mas, após conversa com o suspeito, os policiais deixaram o local sem resolver a situação. Em seguida, ela relatou ter sido agredida com socos e mordidas, reagindo para se defender. O suspeito teria usado um pedaço de madeira para atingi-la na cabeça, e ela revidou com o mesmo objeto. Após a agressão, a mulher saiu gritando por socorro, e vizinhos acionaram a polícia.

Já o sargento da Marinha negou ter iniciado as discussões e afirmou que a confusão foi motivada por um relacionamento extraconjugal da mulher, que, segundo ele, queria ir a São Paulo para se encontrar com outro homem. 

Ele disse que se recusou a entregar a certidão de nascimento da filha por afirmar que as crianças têm medo da mãe, o que teria provocado uma agressão com um pedaço de madeira por parte da mulher.

Segundo o sargento, situações semelhantes já teriam ocorrido antes e, após o ataque, ele perdeu o controle ao tentar se defender. Ele afirmou ainda ter um vídeo que comprovaria o comportamento da mulher, a quem atribui diagnóstico de borderline. 

Por fim, ele relatou que, após suspeitar de traição, ficou internado no Hospital da Marinha no Rio de Janeiro por uso excessivo de medicamentos e, por fim, negou todas as acusações, dizendo que apenas amou demais a esposa e foi traído.

Em nota, a Marinha informou que está colaborando com os órgãos responsáveis para a devida apuração dos fatos.

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial de Mato Grosso (CFMT), informa que tomou conhecimento de prisão de militar da Marinha do Brasil em suposto caso de violência doméstica ocorrido em Cuiabá, no último dia 1 de janeiro.

A CFMT esclarece que está colaborando com os órgãos responsáveis pela investigação no âmbito da Justiça Comum para a correta apuração dos fatos.

Reforça, ainda, que não tolera qualquer conduta que afete a honra e o pundonor militar, e reitera seu firme repúdio a qualquer forma de violência.

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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