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Senador afirma que ambiente político na capital federal é de desconfiança entre os Poderes

Conteúdo/ODOC – Senador Jayme Campos (União), em entrevista à imprensa, afirmou que o clima em Brasília, por conta do caso do Banco Master e da suspeita de participação de agentes públicos no esquema, “é muito ruim”. Segundo Jayme Campos, “não se sabe em quem confiar”.

Questionado, Jayme Campos disse que “hoje o clima em Brasília é muito ruim, porque você não sabe em quem pode confiar, se é no Executivo, se é no Judiciário, se é no Legislativo. É praticamente o fim do mundo com tudo aquilo que nós temos acompanhado pela imprensa”, disse.

O senador entende que é preciso aguardar o avanço das apurações conduzidas pelos órgãos de controle e pela Polícia Federal para fazer qualquer declaração sobre o caso. “Temos que aguardar as apurações que estão sendo feitas. Espero que tudo seja passado a limpo”.

Jayme Campos também vê como grave a possibilidade de uso de informações privilegiadas dentro da estrutura do Banco Central. “Em 75 anos de vida, eu nunca ouvi falar que diretor do Banco Central estivesse vendendo informação. Se isso for verdade, chegamos ao fundo do poço”, disse.

Sobre uma CPI para investigar o caso Banco Master, o senador disse que o Banco Master já está na mira da CPI do Crime Organizado e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Outro detalhe – argumentou – é que a criação de novas comissões, por se tratar de um ano eleitoral, pode acabar sendo utilizada como palco político.

“CPI nunca é bom quando vira palanque político. É preciso responsabilidade para não acusar pessoas que muitas vezes não cometeram crime nenhum”.

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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