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Série Custe o Que Custar, da Netflix, é baseada em uma história real?

Lançada pela Netflix nesta quinta-feira (1º), Custe o Que Custar despertou curiosidade ao apostar em uma trama densa sobre o desaparecimento de uma adolescente e a busca incansável do pai por respostas. O realismo da narrativa fez muitos espectadores se perguntarem se a história teria sido inspirada em fatos reais.

Apesar da aparência verossímil, a série não retrata um caso real. A produção é uma adaptação do livro Run Away, lançado em 2019 por Harlan Coben, autor conhecido por transformar medos cotidianos em suspenses cheios de tensão psicológica.

Em Custe o que Custar, Simon (James Nesbitt) é um personagem que tem a vida considerada perfeita: família estruturada e amorosa, um ótimo emprego e uma casa linda. Mas tudo muda repentinamente quando Paige (Ellie de Lange), sua filha mais velha, foge de casa.

Depois de encontrar a filha em uma situação triste e vulnerável, sob os efeitos de drogas em um parque da cidade, o pai tem a chance de trazê-la de volta, mas a presença de uma pessoa pode ameaçar sua estrutura familiar de modo irreversível.

Custe o Que Custar tem oito episódios e já figura com 6,7 de avaliação no IMDb. Os melhore episódios, segundo os usuários, são os dois últimos, com 8,8 cada.

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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