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Vereador tenta desviar foco de irregularidade e culpa terceiros pela falha

O líder da prefeita na Câmara de Várzea Grande, vereador Bruno Rios, tentou descolar-se da polêmica envolvendo os uniformes escolares ao afirmar que não tinha conhecimento prévio da denúncia aceita pelo plenário. Segundo ele, o documento teria sido incluído na pauta apenas minutos antes da sessão. A justificativa, no entanto, contraria a realidade: a denúncia foi protocolada semanas antes e amplamente divulgada por diversos portais locais. O próprio presidente da Comissão de Educação já havia apontado publicamente o erro, mas Rios alegou desconhecimento, o que expôs seu evidente “descompasso” com o caso.

Durante a sessão, o vereador passou a responsabilizar a Mesa Diretora por não entregar com antecedência a cópia da denúncia aos parlamentares. Ele também insinuou que a direção da Casa estaria repassando informações à imprensa antes de disponibilizá-las aos vereadores. A narrativa, porém, não se sustenta: o documento já circulava publicamente e era tema de debates desde junho, demonstrando que o líder governista não buscou se inteirar do assunto.

Ao defender a gestão, Rios alegou que não houve dano ao erário, apesar da necessidade de refazer os uniformes após o erro. Ainda assim, as peças corrigidas continuaram exibindo o slogan da prefeitura, “Transparência, Trabalho e Progresso”, considerado irregular e motivador da investigação.

O vereador também minimizou a responsabilidade da prefeita e tentou transferir a culpa para terceiros, como o fiscal de contratos e a empresa fornecedora. Para os parlamentares, a postura evidenciou uma tentativa de suavizar o peso político da denúncia no momento em que a CPI inicia sua fase de apuração.

Mesmo com o caso amplamente difundido desde junho, Rios insistiu que o erro teria ocorrido “apenas agora” e que a prefeita não teve oportunidade de corrigi-lo — argumento contraditório, uma vez que a maior parte dos uniformes já havia sido distribuída com o slogan irregular.

A denúncia segue agora para análise da comissão responsável, que deverá emitir relatório para votação em plenário.

Reprodução: Jornal O Mato Gross

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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