Os senadores Wellington Fagundes (PL-MT) e Margareth Buzetti (PSD-MT) teriam indicado R$ 287,5 milhões no orçamento secreto do Congresso. Eles aparecem num grupo de apenas 10 parlamentares que teriam o direito de indicar dinheiro para obra.
Os projetos são executados via três ministérios: Cidades, Desenvolvimento Regional e de Integração. Reportagem do Uol diz que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AL) lidera as indicações.
Uma tabela apresentada na reportagem mostra que Wellington Fagundes com indicação de R$ 181,5 milhões e Margareth Buzetti com R$ 106 milhões. A maioria do dinheiro é repassada para o Ministério do Desenvolvimento Regional.
O uso do orçamento secreto para indicação de obras é criticado por falta de transparência. O orçamento é aprovado para um período de um ano do governo federal, com a estimativa de arrecadação, despesas e investimentos.
Dentro do orçamento aparecem as emendas parlamentares, uma cota que os parlamentares têm direito para indicar obras em seus locais de votos eleitorais, com a identificação pelo nome. No caso do orçamento secreto, não aparecem quais parlamentares oficialmente quais parlamentares indicam o dinheiro.