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Infraestrutura de Campo Grande pode ser desafio para delegações da COP15

A poucos dias de sediar a COP15, evento internacional sobre espécies migratórias, Campo Grande se prepara para receber pesquisadores e representantes de diversos países. No entanto, será que os visitantes irão encontrar uma cidade preparada? Confira:

Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. (Foto: David Melo)

O Aeroporto Internacional de Campo Grande será a porta de entrada para o evento, que deverá receber cerca de 100 delegações de países que integram a programação. Após a chegada, o percurso inclui uma das principais vias da cidade, a avenida Duque de Caxias.

Na via, o desafio dos motoristas tem sido desviar dos buracos que se espalham pela avenida, que em um dos trechos possui mais de cinco buracos próximos uns dos outros. Alguns são menores, outros nem é possível identificar o tamanho, pois a água da chuva serve como camuflagem.

Já o quesito mobilidade recebeu atenção especial recentemente pela capital, com a instalação de 60 placas com informações em inglês, com objetivo de auxiliar as delegações no deslocamento pela cidade. Para Mariana Massud, diretora-executiva da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb), a ação pretende melhor a comunicação entre as diferente nacionalidades presentes no evento.

“É para a gente ter uma melhor comunicação, afinal, a gente está recebendo pessoas de diferentes nacionalidades. Então, elas ficam em pontos estratégicos que levam até esses locais em que vão acontecer a maioria dos eventos.
São espaços que também vão ser utilizados e que precisam também ter essa linguagem mais acessível para essas delegações, que muitas não falam português e precisam entender aonde estão indo”.

Mariana Massud, diretora-executiva da Planurb

Placa com linguagem bilíngue instalada em via de Campo Grande. (Foto: David Melo)
Placa com linguagem bilíngue instalada em via de Campo Grande. (Foto: David Melo)

O Bioparque fica nos altos da Avenida Afonso Pena, avenida principal de Campo Grande, e é praticamente destino obrigatório de turistas que visitam a cidade. No entanto, o que se vê é mato alto e estacionamento precário, em terra e com partes da calçada rachada, sendo mais provas de que a cidade precisa de manutenção.

A segurança pública também é um ponto essencial para o sucesso do evento, e ao todo, 100 policiais militares irão reforçar o policiamento durante a COP15. Os grupos serão distribuídos em diversos pontos da cidade, e deve ser adaptado conforme a movimentação dos visitantes.

“A população terá o seu policiamento normalmente ordinário, que nem nós falamos, e esse pessoal foi cooptado dos setores administrativos, remanejados de uma sessão de administrativo para poder trabalhar exclusivamente com isso.
As guarnições de polícia militar terão pelo menos um policial que tenha noção de um segundo idioma, para que se caso necessário precisar, ele estará pronto ali para poder ajudar aquele turista que é de outro país”.

Welligton Klimpel, tenente-coronel da Polícia Militar

Os policiais militares passaram por um treinamento específico, com foco no atendimento a turistas e a comunicação em outros idiomas, com foco na língua inglesa.

“A gente focou basicamente no inglês, que é a língua mais universal, apesar de ter outros policiais que falam outros idiomas, e com maneiras de lidar com as situações que envolvam a polícia militar, mas com a linguagem específica pra cada tipo de situação. Seja uma situação de orientação, pro turista, que estiver aqui no cpo ou também uma situação, às vezes, mais grave, que ele foi vítima de algum crime, de roubo, furto, alguma situação nesse sentido, pra gente usar a linguagem correta para orientar”.

Guilherme Augusto Fernandes Oliveira, sargento da Polícia Militar

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Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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