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Após fiscalização e prisão de funcionária, clínica nega irregularidades

Alvo de uma ação do Procon-MS e da Vigilância Sanitária nesta quinta-feira (14), a Clínica Canela negou irregularidades na comercialização de medicamentos e afirmou ter adotado medidas internas após a fiscalização encontrar medicamentos vencidos no estabelecimento. Uma enfermeira de 39 aos, funcionária do local, foi presa durante a ação e encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon). Ainda não há detalhas sobre as circunstâncias da prisão.

Veículo do Procon em frente à clinica. (Foto: Ingrid Rocha)
  1. Clínica é fiscalizada por uso irregular de medicamentos

Em nota, a clínica informou que “não fabrica, não manipula, não rotula e não comercializa medicamentos de forma irregular. Sua atuação é como clínica médica, com avaliação, acompanhamento e prescrição individualizada, quando indicada”.

Sobre a alegação de venda casada, levantada pela equipe de fiscalização, a clínica afirmou que “não condiciona consulta, acompanhamento ou continuidade terapêutica à compra de medicamentos, produtos ou serviços adicionais. O paciente tem liberdade para adquirir o tratamento prescrito onde desejar, em estabelecimento regular de sua confiança”.

A empresa também admitiu que foram encontrados itens vencidos na área de armazenamento da clínica, situação que será apurada internamente, mas ressaltou que os medicamentos não teriam sido aplicados nos pacientes.

“A presença de itens vencidos em depósito não significa que tenham sido utilizados em pacientes, ponto que será esclarecido tecnicamente às autoridades por meio dos registros e documentos disponíveis.”

A empresa não se manifestou sobre a prisão da colaboradora.

Confira a nota na íntegra.

A Clínica Canela informa que está colaborando integralmente com os órgãos fiscalizadores em procedimento ainda em andamento, colocando-se à disposição para apresentar documentos, registros técnicos e todos os esclarecimentos necessários.
A instituição respeita a atuação das autoridades competentes e reforça que qualquer conclusão antes da análise final é precipitada.
A Clínica esclarece que não fabrica, não manipula, não rotula e não comercializa medicamentos de forma irregular. Sua atuação é como clínica médica, com avaliação, acompanhamento e prescrição individualizada, quando indicada.
Sobre a alegação de venda casada, a Clínica afirma que não condiciona consulta, acompanhamento ou continuidade terapêutica à compra de medicamentos, produtos ou serviços adicionais. O paciente tem liberdade para adquirir o tratamento prescrito onde desejar, em estabelecimento regular de sua confiança.
Em relação a itens vencidos identificados em área de armazenamento, a Clínica informa que já instaurou apuração interna, adotou medidas administrativas imediatas e iniciou a revisão dos protocolos de conferência, armazenamento, segregação e descarte.
A presença de itens vencidos em depósito não significa que tenham sido utilizados em pacientes, ponto que será esclarecido tecnicamente às autoridades por meio dos registros e documentos disponíveis.
A Clínica também está revisando preventivamente seus materiais de comunicação, para assegurar publicidade clara, educativa, responsável e compatível com as normas médicas.
A Clínica Canela lamenta a circulação de mensagens alarmistas, boatos e interpretações fora de contexto antes da conclusão oficial do procedimento.
Seguimos em funcionamento, reafirmando nosso compromisso com a ética médica, a segurança dos pacientes, a transparência e o cumprimento das normas legais.

Fiscalização

A clínica, especializada no tratamento de obesidade e reposição hormonal em Campo Grande, foi alvo da ação após denúncias feitas aos órgãos de fiscalização. O Conselho Regional de Medicina (CRM-MS) e a Polícia Civil também participaram.

Entre as irregularidades encontradas estão:

  • medicamentos vencidos;
  • prescrição inadequada de terapia hormonal;
  • publicidade que induz o paciente ao erro quanto a uma especialidade que a equipe clínica não possui;
  • venda casada;
  • publicidade enganosa;
  • alvarás de localização e funcionamento vencidos.

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Fatos e Boatos

A diferença não é pequena: são 152 votos separando os dois grupos. Se tratando de uma região muito pequena, esses votos são uma grande diferença.
Segundo fontes consideradas confiáveis, neste momento Dr. Emerson reúne a maioria dos votos necessários para assumir o comando do Legislativo.
No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.

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