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Botelho diz ter se sentido traído após troca na CCJ

O deputado estadual Eduardo Botelho afirmou ter se sentido traído após ser retirado da presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa. Segundo ele, havia um acordo prévio para que assumisse o comando da comissão, mas a definição foi alterada na véspera da oficialização da lista.

“Lógico, nós tínhamos combinado e ele fez diferente. Então é algo que eu, lógico, eu senti. E por isso eu fiz aquele desabafo”, declarou o parlamentar, ao comentar o episódio. Apesar da mágoa, Botelho disse que considera o assunto superado. “Mas está passado já, não vou ficar batendo nisso, não vou ficar remoendo também isso.”

De acordo com o deputado, os parlamentares haviam se reunido para definir a composição das comissões e o entendimento era de que ele ficaria na CCJ. “Nós tínhamos sentado, tínhamos combinado quem ficaria com as comissões, tinha feito fechado que eu ficaria na CCJ. Um dia antes, perguntei pra ele se estava tudo ok. Ele já tinha entregado a lista pro presidente. Aí pediu a lista pra fazer uma nova revisão e me tirou, trocando, colocando ele”, relatou.

Botelho afirmou que tentou contato para esclarecer a situação, mas não obteve retorno. “Eu senti, lógico, senti traído e aí eu liguei pra ele pra perguntar. Ele não me atendia mais, simplesmente sumiu. Eu mandava mensagem, o que aconteceu? Ele não me atendia. Então eu, lógico, eu senti muito chateado com isso.”

O deputado também comparou o episódio à forma como conduziu a presidência da Casa no passado. “Eu acho que eu como presidente que eu tive nessa casa, eu muitas vezes desagradei deputados, mas eu falava direto pra eles. Vem aqui, não posso fazer isso, ou vou tirar você disso. Sempre foi assim que eu agi. Então eu não gostei da forma como foi feito.”

Questionado sobre possível interferência do governo estadual, Botelho negou qualquer participação do Executivo. “Eu perguntei pro governador e liguei. Governador, o senhor tem alguma coisa a ver com isso? Eu não, jamais eu pediria pra você ter. Liguei pro Fábio Garcia da Casa Civil. O senhor pediu? Não. Isso é coisa dele.” Ele reforçou que o episódio não altera sua posição na base governista. “Eu continuo, porque isso aí não tem nada a ver com o governo. Não foi Mauro que mandou, não foi Fábio Garcet que mandou, foi da cabeça dele.”

Além da questão pessoal, Botelho levantou questionamentos sobre o cumprimento do regimento interno da Assembleia. “Não está cumprido o regimento, não está. Vocês já viram o regimento? Eu vou mandar pra vocês. O que eu digo em comissões? O regimento é claro. A comissão é instalada e é feita uma eleição secreta pra escolher o presidente. Está no regimento. E sempre foi assim que teve, como antes eu estive à frente da presidência.”

Segundo ele, a indicação direta dos presidentes das comissões pelo líder partidário não encontra respaldo nas regras da Casa. “Agora não mudou. E ele, como líder, ele indicou os presidentes de todas as comissões. Isso não existe.”

Apesar das críticas, Botelho afirmou que não pretende judicializar ou ampliar o conflito. “Eu não vou criar problema nenhum. Pra mim está passado. Eu já falei o que tinha que falar e vamos continuar. Eu pretendo ficar como membro. Pretendo muito ficar como membro. Agora eu não vou criar mais confusão. Ele pode ficar como presidente, não tem problema nenhum.”

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