O técnico Eduardo Barros reconheceu que o Cuiabá teve sua pior atuação na Série B do Campeonato Brasileiro na derrota por 3 a 0 para o CRB, neste domingo (27), no estádio Rei Pelé, pela 30ª rodada. Além das dificuldades apresentadas dentro de campo, o treinador revelou que 11 jogadores do elenco foram afetados por um quadro de gastroenterite viral antes da partida.
Segundo Eduardo, integrantes da comissão técnica também tiveram problemas de saúde. Ele próprio afirmou que só conseguiu se recuperar plenamente para o jogo após o almoço. “Hoje foi, infelizmente, um jogo bem ruim, que o CRB sai merecedor do resultado”, avaliou o treinador, que destacou a dificuldade do Cuiabá para encaixar a marcação diante do adversário.
O técnico, porém, evitou utilizar os problemas de saúde como justificativa para a derrota. “Isso não pode ser muleta. Não vai ser possível precisar o quanto esse quadro viral atrapalhou o desempenho dos nossos jogadores, mas foi muito esquisita a forma que a gente não conseguia ter energia para se impor no jogo. A gente não conseguiu se impor praticamente em nenhum momento”, afirmou.
Eduardo também classificou o desempenho como o pior do Cuiabá na competição. “Foi a nossa pior apresentação na competição. A gente vinha de um excelente jogo contra o Náutico e infelizmente a gente não conseguiu repetir a boa atuação”, disse.
Com o resultado, o Cuiabá permaneceu na 10ª colocação, com 43 pontos. O CRB, por sua vez, chegou aos 48 pontos e assumiu a sétima posição, abrindo cinco pontos de vantagem no confronto direto com o Dourado e se aproximando do G6.
Agora, o Cuiabá terá a oportunidade de reagir diante da torcida. Pela 31ª rodada, o Dourado recebe a Ponte Preta na Arena Pantanal, no sábado (03), às 16h (de MT). Eduardo destacou que a equipe precisa transformar a frustração pela derrota em resposta dentro de campo. “Essa é uma questão que tem que encerrar hoje e, a partir de amanhã, a gente já voltar todos os esforços para a Ponte Preta”, afirmou.
O treinador ainda reforçou que a equipe segue na disputa por uma vaga no G6. “São 24 pontos em disputa e a gente ainda segue sonhando com uma dessas vagas no G6.”