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MT é o 7º na lista dos estados que mais matam pessoas

Dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que Mato Grosso ocupa o 7° lugar no ranking de cidades com mais Mortes Violentas Intencionais (MVIs) proporcionalmente ao número de habitante. No total, foram 29,8 mortes para cada 100 mil pessoas em 2024.

Apesar da estatística, a taxa representa uma diminuição em relação ao ano de 2023. Entre as capitais, Cuiabá é a 4° com menos homicídios. Os dados são apresentados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado em 23 de julho.

A edição traz dados de números de mortes violentas, desaparecimentos, roubos, furtos, feminicídios e abusos referentes ao ano anterior. “A categoria MVI corresponde à soma das vítimas de homicídio doloso, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora”, explica o relatório.

De acordo com o anuário, Mato Grosso registrou 1.142 mortes violentas intencionais em números absolutos, sendo o 5° pior Índice nos últimos 10 anos, mesmo que represente uma diminuição mínima com relação a 2023, em que foram contabilizados 1.159. Em quantidades proporcionais, Mato Grosso ocupa o 7° lugar no ranking dos estados mais letais, com 29,8 mortes para cada 100 mil habitantes.

Amapá é o líder do ranking como o mais violento com taxa de 45,1. Em um recorte estadual, a maior parte das mortes violentas de Mato Grosso é decorrente de homicídios dolosos, aquele em que há a intenção de matar alguém ou que se assume o risco de morte. Das 1.142 MVIs em 2024, 902 se encaixam nessa modalidade.

Em segundo lugar, o maior causador de mortes é intervenção policial, com 214 mortes no ano. “Um segundo grupo de Unidades da Federação é aquele em que a proporção de mortes decorrente de intervenções policiais está na faixa entre 10,1% e 20% das MVI, revelando um patamar acima no padrão de uso letal da força pelas polícias.

São 6 os estados situados nesta faixa de letalidade (SC, MS, TO, PR, RJ e MT)”, diz o anuário na página 31. Entre as capitais Em um comparativo que inclui todas as capitais e o Distrito Federal, Cuiabá se destaca como a 4° cidade com menor taxa de mortes violentas. Com 14,5 assassinatos em 2024 para cada 100 mil habitantes, o município fica atrás de São Paulo (7,9), Distrito Federal (8,9) e Florianópolis (10,4).

Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes com maior letalidade não aparecem municípios mato-grossenses. O estado tem 6 municípios que se encaixam no número de habitantes enquadrados nesse ranking (Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra), de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados em perspectiva nacional

O Brasil registrou 44.127 MVIs em 2024, com uma taxa de 20,8 mortes para cada 100 mil habitantes. Essa é a menor taxa desde 2012 e representa uma diminuição de 5,4% em relação a 2023. O panorama nacional reflete a proporção vista em Mato Grosso, com a maioria dos casos sendo por crimes de homicídio doloso (36.427), seguido por Morte Decorrente de Intervenção Policial (6.243).

A maior parte das mortes violentas intencionais no Brasil é de homens, com um percentual de 91,1%. Em perspectiva de raça ou cor, pessoas negras são as mais assassinadas, correspondendo a 79% do total. “No recorte por idade, observa-se que 48,5% das vítimas de Mortes Violentas Intencionais (MVI) em 2024 eram jovens de até 29 anos. Embora ainda representem uma parcela expressiva, a proporção de jovens entre as vítimas da violência letal vem diminuindo de forma contínua no Brasil”, afirma trecho do anuário.

Fatos e Boatos

No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.

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