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Partidos perdem identidade com alianças e pautas eleitorais, avalia cientista político

Os partidos políticos perderam parte de sua identidade com a abertura das alianças para o apoio a projetos eleitorais paralelos. O movimento deve tornar ainda mais difíceis de distinguir os já pouco definidos traços de unidade partidária no Brasil.

O cientista político João Edisom afirma que lideranças filiadas aos partidos estão trocando a unidade dos grupos por pautas pontuais do contexto político, vistas como capazes de gerar maior engajamento entre os eleitores.

Segundo ele, essa mudança ajuda a explicar as alianças firmadas em Mato Grosso para a campanha eleitoral, marcadas por tantas exceções quanto o número de regras.

Todos os maiores partidos liberaram seus correligionários para apoiar candidatos de sua preferência pessoal, mesmo quando eles integram alianças eleitorais adversárias.

“Nós estamos vivendo uma complexidade partidária, isso nunca ocorreu antes na política. A estrutura dos partidos está se perdendo com as alianças sem limites. Os membros não entendem o partido”, disse.

O cientista político explica que a mudança faz parte da própria dinâmica da política e da necessidade de sobrevivência dos políticos em suas carreiras. A novidade, segundo ele, está na extrapolação desse aspecto para fora da organização das siglas.

Os estatutos partidários têm sido preteridos por pautas ideológicas limitadas a determinado momento histórico e vistas como tendo grande potencial para conquistar eleitores, tanto à direita quanto à esquerda.

“Os políticos estão defendendo umas coisas que são racionalmente absurdas, porque é necessário todo um processo muito difícil para serem mudadas. Sejam elas as supostas ameaças à soberania nacional ou o domínio do Brasil pela China, por exemplo”, disse.

Para João Edisom, esses assuntos são capazes de agregar votos porque mobilizam as paixões dos eleitores, seja pelo medo de que determinadas especulações se tornem verdadeiras, alimentado pela falta de informação, seja pelo desvio para outras ideias, como o patriotismo.

O cientista político afirma que o cenário atual apresenta sinais mais preocupantes do que uma eventual metamorfose da chamada velha política. Na avaliação dele, os partidos estão se confundindo na busca pelo poder de maneira cada vez mais passional.

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Fatos e Boatos

A diferença não é pequena: são 152 votos separando os dois grupos. Se tratando de uma região muito pequena, esses votos são uma grande diferença.
Segundo fontes consideradas confiáveis, neste momento Dr. Emerson reúne a maioria dos votos necessários para assumir o comando do Legislativo.
No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.

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