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TJ derruba pagamento adicional de 25% por trabalho noturno a policiais em MT

A Vara Especializada em Ações Coletivas da Comarca de Cuiabá recusou o pedido que buscava garantir o pagamento de adicional noturno de 25% sobre as horas trabalhadas entre 22h e 5h para policiais militares e bombeiros de Mato Grosso.

A decisão, assinada pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, foi publicada na quarta-feira (10), no Diário de Justiça Eletrônico Nacional.

Com isso, os policiais não vão receber o adicional noturno e ainda terão que pagar as despesas do processo e os honorários do advogado do Estado, que foram fixados em 10% do valor atualizado da causa.

A Justiça derrubou o pagamento adicional de 25% por trabalho noturno a policiais em MT.
(Foto: PMMT/ Ilustrativa)

O processo foi movido pela Associação dos Sargentos, Subtenentes e Oficiais Administrativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso (Assoade), que entrou com a ação em nome dos policiais filiados buscando o recebimento retroativo do adicional noturno. O Ministério Público (ALMT) acompanhou o caso como fiscal da lei.

Inicialmente, a Justiça havia dado razão à associação, reconhecendo o direito ao adicional noturno e determinando o pagamento aos policiais. No entanto, o Estado recorreu e argumentou que a decisão não podia gerar novos pagamentos devido a uma modulação de efeitos já definida em outra ação que declarou a lei inconstitucional a partir de 14 de abril de 2020.

Além disso, a associação foi condenada a pagar custas processuais e honorários advocatícios ao Estado, fixados em 10% do valor atualizado da causa.

“Condeno a Associação dos Sargentos, Subtenentes e Oficiais Administrativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro Militar do Estado de Mato Grosso – ASSOADE ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios em favor do Estado de Mato Grosso, os quais fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado da causa”, finalizada a decisão.

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Fatos e Boatos

A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.
Reza a lenda que numa certa repartição pública, surgiu uma nova líder autoproclamada “coach de transformação social”.
e você conhece esse tipo de “parceiro”, cuidado: o aperto de mão pode vir com veneno. E aqui a gente avisa: a onça pode até ser parda, mas o rastro é preto no branco.
Ao que parece, a luz vermelha ainda não acendeu na sala da justiça. Se as conversas de bastidores se confirmarem nos próximos dias, o jogo muda. E talvez não dê mais tempo de apagar o incêndio.
Com essa possível reconfiguração, o partido poderá contar com uma bancada de três vereadores na Câmara Municipal, o que fortaleceria bastante sua representatividade e articulação política local.
Dizem que há vereadores desconfortáveis com essa manobra, mas ainda não tiveram coragem de bater de frente.

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