Olá seja bem vindo: 23/10/2026

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Galvan rebate Fávaro e diz que ele usa a fé politicamente para pressionar o Senado

O pré-candidato ao Senado por Mato Grosso, Antônio Galvan (Avante), criticou a declaração do senador e ex-ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que afirmou que a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal teria sido uma afronta à “vontade dos evangélicos” e “do povo de Deus”. A fala ocorreu após o Senado barrar a indicação por 42 votos a 34, em uma decisão considerada histórica.

Em tom firme, Galvan rebateu o argumento. “Isso é conversa fiada. O Senado não está ali para carimbar a vontade do governo, muito menos para usar o nome de Deus como justificativa política. Cada senador votou de acordo com sua consciência, e isso precisa ser respeitado”, afirmou.

Galvan também criticou o que classificou como tentativa de instrumentalização da fé. “Não dá para misturar fé com conveniência política. Usar ‘povo de Deus’ como argumento para pressionar decisões do Senado é desrespeitar tanto a política quanto a própria religião”, disse.

O pré-candidato destacou que a rejeição demonstra independência do Parlamento. “Depois de mais de um século, o Senado mostrou que não é puxadinho de governo nenhum. Isso é a democracia funcionando, goste ou não”, pontuou.

Ele ainda apontou contradições no discurso de aliados do governo federal. “Agora querem posar de defensores da fé, mas apoiam manifestações que atacam cristãos. O brasileiro não é bobo, sabe diferenciar discurso de verdade”, disparou.

Galvan finalizou defendendo uma postura mais firme no Senado. “O Brasil precisa de senadores com posição, que não mudem conforme o momento. Eu defendo valores de verdade, sem oportunismo e sem usar a fé como ferramenta política”, concluiu.

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Fatos e Boatos

Na política, nem toda articulação termina em acordo. Às vezes, o tiro sai pela culatra, e o estrago pode ser maior do que o previsto.
Se conseguir restabelecer o diálogo, já terá feito um trabalho importante. Se também conseguir alterar o tabuleiro da presidência, aí não será apenas secretário interino; poderá reivindicar uma cadeira no departamento de milagres da política Nobrense.
A diferença não é pequena: são 152 votos separando os dois grupos. Se tratando de uma região muito pequena, esses votos são uma grande diferença.
Segundo fontes consideradas confiáveis, neste momento Dr. Emerson reúne a maioria dos votos necessários para assumir o comando do Legislativo.
No fim das contas, fica aquela sensação difícil de explicar. Mas quem saiba, dia 28 de Abril ás 19h, alguém explique em uma tribuna de câmara! Será?
A informação que circula é de que o reajuste deve alcançar remunerações de até R$ 4 mil, o que beneficiaria diretamente uma parcela significativa do funcionalismo.

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